Uma comissão de juristas nomeada pelo Senado que está elaborando um novo Código Penal aprovou na sexta-feira um texto que dá mais liberdade para que uma mulher possa realizar abortos sem ter de prestar contas por assassinato.
A principal inovação do novo Código Penal sobre aborto é que uma gestante poderá eliminar seu bebê até 12 semanas de gestação, caso um médico ou psicólogo avalie que ela não tem condições “para arcar com a maternidade”.
Juliana Belloque, defensora pública do Estado de São Paulo e integrante da comissão, vê o aborto como questão de saúde pública, afirmando, sem base nenhuma, que 1 milhão de mulheres fazem abortos ilegais por ano. Essa lógica seria tão aceitável quanto dizer que o estupro é questão de saúde pública, alegando, igualmente sem base, que 1 milhão de mulheres e crianças são estupradas, criando uma justificativa porca para legalizar uma prática criminosa.
A aprovação do texto pró-aborto foi tranquila, de acordo com a imprensa. Onde é que estava a bancada evangélica?
O novo Código Penal também criminalizará o “terrorismo”, cuja definição dependerá da boa vontade do governo. No governo de Obama, por exemplo, opositores do aborto e do “casamento” gay são considerados terroristas potenciais. O governo brasileiro terá vontade de não imitar os EUA?
“Estamos diante de uma cultura que quer legalizar o aborto a qualquer custo”, afirma Dóris Hipólito, da Associação Nacional Mulheres para a Vida. Ela afirmou que aprovar o aborto quando há recomendação médica ou psicológica equivale a aprová-lo em qualquer situação. “É fácil encontrar profissionais que recomendam o aborto mesmo sem qualquer justificativa.” Dóris recorda a história de uma gestante que tinha sopro no coração e recebeu recomendação para fazer aborto.
“As avaliações sobre a condição psicológica são ainda mais subjetivas”, afirma Dóris. “Atendemos dezenas de gestantes em situação vulnerável. Falo por experiência: abortar não soluciona nenhum problema. Só torna o drama ainda pior. Vi jovens que, ao receberem o apoio adequado, reconstruíram suas vidas quando se tornaram mães.”
Como se já não bastasse o assassinato de bebês em gestação, o novo Código Penal também contempla a eutanásia. Agora o SUS não precisará mais matar os pacientes abandonando-os nos corredores dos hospitais. Bastará uma injeção “compassiva”, e sobrará mais dinheiro da Saúde para ir para o bolso dos corruptos.
A comissão do Senado ainda decidiu que não será mais crime ser dono de casa de prostituição, colocando efetivamente a lei do lado dos criminosos.
Em se tratando de um governo composto por “celebridades” com farto histórico terrorista comunista, não podemos esperar deles leis que defendam a vida, a família e o Brasil. Toda e qualquer mudança que empreendem nas leis e nas políticas, eles sempre dão um jeito de enfiar aborto, homossexualismo e outras aberrações no recheio.
Agora que os “ex”-terroristas governam o Brasil, cuide-se quem puder. Pelas novas leis que fizerem, os inocentes serão culpados e os culpados serão inocentes.
O que podemos fazer? Pressionar os senadores para que barrem essa aberração de novo Código Penal, antes que seja tarde demais.
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