Enviada: Sex Ago 17, 2007 12:14 pm Assunto: Pedofilia
E ai galera, gostaria de parabenizar o forum pela postura em permitir que as pessoas se pronuncie segundo os critérios pessoais, com respeito, é claro, exatamente por isso gostaria de falar algo nesse tópico que em outras situações com alguns participantes do forum eu falei, é sobre os casos de pedofilia, não questiono esses casos, até porque existem provas, porém me sinto na obrigação de falar o q ouvi a +/- 1 ano em um curso para anciãos, lá foi orientado a todos os anciãos que em caso de suspeita de pedofilia deveria ser denunciado as autoridades superiores, repito, SUSPEITA DE PEDOFILIA, certamente essa orientação foi em função dos casos que ainda ocorrem nos tribunais contra a Torre, porém acho justo que essa orientação fique clara. Todos aqui têm o direito de acreditar ou não no que digo, mas quem participou dessa reunião e visitar esse forum saberá que estou dizendo a verdade.
Um outro ponto, vocês certamente tem noção da importancia que é esse forum na vida de pessoas que estão fora das TJs, em muitos aspectos esse forum tem servido como um porto seguro e porque não dizer um abrigo contra o temporal (essa foi de lascar, risos), mas falando agora sério acho que acusações feitas a torre ou comentários depreciativos apenas pelo prazer de acusar ou desmerecer pode de alguma forma afastar pessoas que têm o objetivo sincero de descobrir a verdade sobre as TJs. Não estou me referindo as denuncias de pedofilia quando falo sobre "acusações feitas a torre ou comentários depreciativos", mas sim a coisas banais.
Gostaria de reiterar os elogios a esse forum tão instrutivo e revelador. _________________ SER ou não SER, eis a questão!
Não há qualquer razão para duvidar do que você está dizendo, SER. No entanto as instruções vigentes estão escritas e a Torre, se está mesmo mudando a diretriz, tem que fazê-lo por escrito. No entanto, denúncias às autoridades não é a única reivindicação dos que, nos Estados Unidos, estão na campanha contra a pedofilia na Torre. Pelo que entendi eles também querem as seguintes mudanças:
1 - abrir a quem de direito, o arquivo com os 25.000 nomes e informações que ela já dispõe;
2 - proibir que anciãos e servos ministerias ou outro adulto fique a sós com crianças, quer sejam elas meninas ou meninos;
3 - alertar à congregação quando um suposto pedófilo estiver se reunindo no seu meio;
4 - manter as autoridades locais a par da mudança de um suposto pedófilo para sua área;
5 - não permitir que um alegado pedófilo dirija estudos ou saia no serviço de campo a sozinho, colocando em risco outras crianças da comunidade;
pascoalnaib Administrador do Fórum Usuário: OffLine
Registrado: 21/05/07 Mensagens: 4610 Localização: Fortaleza - CE
Enviada: Sex Ago 17, 2007 3:46 pm Assunto:
Alguém poderia colar aqui as cartas que a Torre de Vigia fala do assunto Pedofilia??? Se possível por ordem cronológica...eu tinha nos meus arquivos, mas parece que dei fim sem querer....
As cartas referentes a como os anciãos devem se comportar...ok? _________________ Estamos de mudança...acessem:
http://extestemunhasdejeova.net/forum/portal.php
Será que faltou alguma? _________________ "O homem não pode pretender alcançar certas verdades, enquanto conserva dentro de si certas mentiras."
(Carlos Bernardo González Pecotche)
Registrado: 21/05/07 Mensagens: 1551 Localização: Rio de Janeiro
Enviada: Sex Ago 17, 2007 4:36 pm Assunto:
Essas foram as do Brasil _________________ "O homem não pode pretender alcançar certas verdades, enquanto conserva dentro de si certas mentiras."
(Carlos Bernardo González Pecotche)
*** Nosso Ministério do Reino, fevereiro de 1973, página 7
Perguntas Respondidas
O que se quer dizer com “há alguns anos atrás” na página 169, parágrafo dois, do livro “Organização”?
Indica mais de um ou dois anos. Pode-se observar que não se diz “há muitos anos atrás”. De modo que não se trata dum número específico de anos, porém, mais provavelmente de dois ou três anos. Não se pretende que um irmão volte para trás ao passado distante para suscitar erros dos quais se arrependeu há anos atrás e que evidentemente lhe foram perdoados por Jeová e que não pratica agora. Em muitos casos, os erros ocorreram antes de a “Sentinela” trazer à atenção o que as Escrituras dizem sobre tal conduta errada.
Se um irmão tiver servido fielmente já por alguns anos e tiver visto a evidência das bênçãos de Jeová sobre ele, por que deveria agora ter de renunciar ao seu cargo? Se tiver agora o conceito correto sobre a conduta e se der o conselho correto, deve poder continuar a servir. Se o corpo local de anciãos observar que ele goza do respeito da congregação e tem mostrado possuir as qualificações corretas durante os últimos dois ou três anos, ele poderá continuar no seu cargo de serviço.
Deve uma transgressão ser trazida à atenção pública depois de muitos anos? O livro (página 168), sob “Repreensão Pública”, cita 1 Timóteo 5:20 e menciona a repreensão dos que confessam ter cometido mais de uma ofensa. Mas, na realidade, tem que ver com acontecimentos recentes. A versão “Interlinear” (em inglês) fala dos que estão “pecando”, algo que está em progresso na ocasião. Portanto, se tiver havido arrependimento já há alguns anos atrás, três anos ou mais, e se tiver cessado de pecar assim, e ele for respeitado na congregação, não é necessário agora repreender publicamente alguém que cometeu mais de uma ofensa “já há alguns anos atrás.”
[ênfase acrescentada]
*** A Sentinela 15 de junho de 1974, pp 383-4
Perguntas dos Leitores
Significam as palavras de Paulo em 1 Coríntios 6:1-7 que o cristão, sob nenhumas circunstâncias, deve levar ao tribunal um caso que envolva um concrente?
A admoestação inspirada do apóstolo Paulo é: “Atreve-se alguém de vós, que tenha uma causa contra outro, ir a juízo perante os injustos, e não perante os santos? Ou não sabeis que os santos julgarão o mundo? E, se o mundo há de ser julgado por vós, sois vós inaptos para julgar assuntos muito triviais? Não sabeis que havemos de julgar anjos? Por que, então, não assuntos desta vida? Se vós, então, tiverdes assuntos desta vida para julgar, colocais como juízes a homens que são menosprezados na congregação? Falo para induzir-vos à vergonha. É verdade que não há nem um só homem sábio entre vós, que possa julgar entre seus irmãos, mas irmão vai a juízo contra irmão, e isso perante incrédulos? Realmente, então, significa ao todo uma derrota para vós que tendes litígios entre vós. Por que não deixais antes que se vos faça injustiça? Por que não vos deixais antes defraudar?” — 1 Cor. 6:1-7.
Paulo mostrava ali aos cristãos coríntios a incoerência de levarem as disputas entre cristãos perante tribunais seculares. Os juízes seriam homens não governados pelos elevados princípios da lei de Deus e cuja consciência não é treinada pelo estudo de Sua Palavra. Visto que muitos dos juízes, naquele tempo, eram corrutos e aceitavam suborno, os cristãos tinham poucos motivos para crer que seu julgamento seria justo. Paulo referiu-se a esses como sendo “injustos”. Se os cristãos levassem suas disputas perante tais homens, ‘colocariam como juízes’ a homens que a congregação menospreza pela falta de integridade.
Também, ao levarem os casos perante incrédulos para serem julgados, diriam na realidade que ninguém na congregação tem a sabedoria para julgar “assuntos desta vida” entre os cristãos. Isto seria inteiramente incoerente com o fato de que os cristãos ungidos pelo espírito, como governantes associados, celestiais, do Senhor Jesus Cristo, não julgariam apenas os homens, mas também os anjos. E ao arrastarem concrentes perante juízes pagãos, lançariam vitupério sobre o nome de Deus. Visto que os de fora seriam levados a crer que os cristãos não são em nada diferentes dos outros em não poderem resolver suas diferenças, os interesses da verdadeira adoração ficariam prejudicados. Seria muito melhor que o cristão individual sofresse uma perda pessoal do que prejudicar toda a congregação por levar as suas disputas ao conhecimento do público.
Em vista do precedente, iriam os cristãos dedicados hoje perante tribunais seculares, se isto prejudicasse a promoção da adoração verdadeira ou a deturpasse aos olhos dos de fora? Não. Naturalmente, assim como todos os outros, os verdadeiros cristãos ainda são homens imperfeitos. Cometem enganos, e surgem problemas relacionados com assuntos comerciais e outros. Mas as diferenças desta natureza deviam ser resolvidas dentro da congregação, porque a Palavra de Deus provê a necessária orientação e há na congregação homens bem versados na Bíblia.
No entanto, quando um cristão se nega a corrigir um erro sério, quando este lhe é esclarecido pelos anciãos que servem numa qualidade judicativa na congregação, então ele seria expulso. Isto está em harmonia com as palavras de Jesus: “Se não escutar nem mesmo a congregação, seja ele para ti apenas como homem das nações e como cobrador de impostos.” (Mat. 18:17) Assim, por exemplo, alguém que defraudou seu irmão cristão ou que deixou de sustentar materialmente a esposa e os filhos achar-se-ia fora da congregação, se não se arrependesse. — 1 Tim. 5:8.
A parte prejudicada poderia depois decidir se deve ou não tomar ação legal na tentativa de obrigar o culpado, já desassociado, a endireitar o assunto. Naturalmente, o prejudicado desejará tomar em consideração se valerá a pena gastar tempo e despesas, bem como se a congregação ainda criaria má fama ao se trazer à atenção do público as ações de um de seus anteriores membros. Se o cristão prejudicado achar conscienciosamente que o nome de Deus não seria vituperado e que uma ação legal definitivamente é precisa, ele não necessariamente estaria agindo contrário ao espírito do conselho de Paulo se levasse perante o tribunal aquele que não mais faz parte da congregação cristã. Jeová Deus permitiu que a autoridade secular servisse de seu instrumento para levar à justiça os que violam a lei, e, neste caso, o prejudicado se aproveitaria da ajuda legal depois de esgotar os meios dentro da congregação para corrigir o erro. — Rom. 13:3, 4.
Pode até mesmo haver ocasiões em que irmãos cristãos achem de boa consciência poder ir ao tribunal com concrentes. Isto se daria talvez para obter uma compensação duma companhia de seguros. Em alguns países, a lei talvez especifique que certos assuntos devem ser tratados no tribunal, como no caso de testamentos que precisam ser validados no tribunal. Mas isto não cria publicidade adversa, nem lança vitupério sobre a congregação. Ao tratarem de tais assuntos legais, que não afetam adversamente a congregação, os cristãos podem deixar-se governar pelo que consideram ser o melhor nas circunstâncias.
Entretanto, se algum membro da congregação cristã, sem consideração para com o efeito que sua ação tem sobre o bom nome da congregação, desconsiderar o conselho da Palavra de Deus sobre este assunto, ele não estaria “livre de acusação” como cristão. Não seria alguém que tem “testemunho excelente de pessoas de fora” da congregação. (Tito 1:6; 1 Tim. 3:7) Certamente, não seria exemplo a ser imitado pelos outros, de modo que isto afetaria os privilégios que possa ter na congregação.
[ênfase acrescentada]
*** A Sentinela, 15 de julho de 1979, p. 32
Do seminário para o serviço de ‘pioneiro’
“Sou duma família muito católica e fui mandado estudar para o sacerdócio. No seminário, fizemos certos votos de castidade, pobreza e humildade, mas notei que não significavam muita coisa e que muitos eram homossexuais. Quando certo homem tentou abusar de mim, abandonei o seminário. Comecei então a levar uma vida muito dissoluta. Eu estava num país sul-americano e passei a contrabandear drogas, bebidas alcoólicas, fumo e armas. Várias vezes fui encarcerado. Finalmente, em Porto Rico, estabeleci-me num negócio e procurei mudar de vida, mas, por causa da bebedice, entrei em falência. Por fim, num estado muito abatido, invoquei a Deus em busca de ajuda. Pedi a um pentecostal que me ajudasse, mas ele simplesmente me disse para ir à sua igreja e receber o espírito santo.
“Daí iniciei outro negócio e achei um homem que iria trabalhar comigo. Perguntei-lhe qual era a sua religião, e ele me disse que era Testemunha de Jeová. Logo lhe pedi que me ajudasse a ler a Bíblia. Ele veio à minha casa, e estudamos certo domingo das 14 às 17 horas. Disse-lhe para que não me pedisse para ir à sua igreja, visto que eu não estava interessado em igrejas. Ele prometeu respeitar os meus desejos. Naquela tarde, comecei a ler o livro que havíamos estudado, e à meia-noite eu já havia terminado com ele. No dia seguinte, quando a Testemunha veio trabalhar, pedi-lhe que me levasse à sua igreja. Ele ficou surpreso, é claro, mas eu lhe contei então que já havia lido o livro e que queria assistir a uma reunião, para ver se esta realmente era a verdade. Fui à reunião e fiquei muito impressionado. Voltando para casa, eu disse à minha esposa que me preparasse uma roupa bem limpa e arrumada, porque queria ir novamente à reunião, mas vestindo-me como os demais. . . . Agora, meu negócio está prosperando, paguei as minhas dívidas, sou pioneiro auxiliar, falando diariamente aos outros sobre o reino de Deus, e faço planos para ser pioneiro regular.” — Contribuído.
[ênfase acrescentada]
*** Despertai!, 22 de novembro de 1979, p. 31
Observando o Mundo
Fraude em Instituições de Caridade Infantis Dirigidas por Igrejas
São as agências de proteção à infância dirigidas pelas igrejas isentas da cobiça e dos abusos que não raro caraterizam as agências seculares? A revista New York responde que “auditorias, perícias, e análises dos registros de recebimentos de [todas] as agências constantes dos fichários do Departamento de Serviços Sociais, Serviços Especiais Para Crianças [de Nova York], mostram um sistema de má direção e cobiça difundidas”. As auditorias incluíram agências “ligadas a grupos proeminentes, tais como as Instituições de Caridade Católicas, a Federação das Agências de Bem-Estar Social Protestantes e a Federação das Filantropias Judaicas”. New York comenta que “algumas das piores agências de proteção ao menor não foram auditadas durante sete ou oito anos”. Por quê? “Por causa do poder político das agências religiosas envolvidas”, afirma o artigo.
[ênfase acrescentada]
*** Despertai!, 8 de agosto de 1981, pp. 16-19
Incesto — o crime às ocultas
Lidar com o Problema
Lidar com o problema do incesto não tem sido fácil. É um crime secreto. As famílias muitas vezes tentam encobri-lo. Mães que sabem que “alguma coisa está acontecendo” talvez fechem os olhos, temerosas de romper a família. As crianças que contam aos seus pais talvez venham a estar sob forte pressão para retirar a queixa. Contudo, segundo a experiência de muitos especialistas, as crianças raramente mentem a respeito de incesto.
Alguns acham que a prisão nem sempre é a solução para o molestador. Assim, foram estabelecidos centros de conselho onde tais famílias podem ser tratadas como um todo. Explicando o que acha ser muito importante em tal tratamento, Hank Giarretto diz: “[O pai] precisa encarar a filha e aceitar a plena responsabilidade por qualquer coisa que aconteceu.” Isto talvez seja difícil para o pai fazer; mas é uma maneira de tentar desfazer parte do prejuízo causado à criança.
Pessoas de fora também podem ajudar. Muitas vítimas atestaram como, através de cuidado paciente, solidário e desinteressado, foram ajudadas a sobrepujar a confusão emocional e a começar a planejar para o futuro. As cicatrizes talvez nunca desapareçam completamente; mas, com persistência pelo menos permanecerão no passado.
[ênfase acrescentada]
*** Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra, capitulo 22, pp. 187-188
Identificando a ReligiãoVerdadeira
12 Existem membros de igreja que possuem a Bíblia e até a estudam, mas a maneira como vivem mostra que não a seguem. A respeito de pessoas assim, a Bíblia diz: "Eles declaram publicamente que conhecem a Deus, mas repudiam-no pelas suas obras." (Tito 1:16; 2 Timóteo 3:5) Se se permite que membros de igreja que jogam, se embriagam ou praticam outros erros permaneçam numa boa situação na igreja a que pertencem, que mostra isso? É evidência de que sua orçanização religiosa não é aprovada por Deus. - 1 Coríntios 5: 11-13.
[ênfase acrescentada]
*** Despertai!, 22 de agosto de 1985, p. 29
De Nossos Leitores
Respostas sobre “o abuso sexual de crianças
Estas são apenas algumas das muitas cartas recebidas e que mostram a assustadora dimensão do problema. Vivemos em tempos deveras decadentes. (2 Timóteo 3:1, 3) Houve até mesmo casos que envolviam famílias cristãs e que tiveram de ser cuidados pelos anciãos das congregações! Jamais se esqueça de que, ao passo que o abuso sexual de crianças é geralmente um pecado cometido por adultos, são as crianças que assumem a carga. É trágico que tantas crianças estejam sendo privadas de sua infância por parte de adultos sem domínio de si. As feridas emocionais infligidas a estas crianças e jovens podem durar a vida inteira!
[ênfase acrescentada]
*** A Sentinela, 1° de janeiro de 1986, p. 13
Dias iguais aos "dias de Noé"
12 É chocante, mas o fato é que mesmo alguns que eram proeminentes na organização de Jeová sucumbiram a práticas imorais, incluindo o homossexualismo, a troca de casais e o abuso de crianças. É digno de nota, também, que no ano passado 36.638 indivíduos foram desassociados da congregação cristã, a maior parte por práticas imorais. A organização de Jeová precisa permanecer limpa! (1 Coríntios 5:9-13) Agora é a época em que todos os anciãos congregacionais, servos ministeriais e, certamente, todos os nossos irmãos e irmãs devem evitar quaisquer circunstâncias que possam levar a imoralidade. A lealdade às normas de Jeová será recompensada, como diz o Salmo 97:10: “Ó vós amantes de Jeová, odiai o que é mau. Ele guarda as almas dos que lhe são leais; livra-os da mão dos iníquos.”
[ênfase acrescentada]
*** Despertai!, 22 de janeiro de 1989, pp.9-11
A cristandade segue o mesmo caminho que Canaã
A Igreja Católica Romana
A Igreja Católica Romana é clara em desaprovar o homossexualismo, chamando-o de pecado crasso. Mas, na prática, a igreja conduz um encobrimento dos sacerdotes culpados disso, e até mesmo torna possível que continuem a cometer perversões sexuais. Com certeza, o Papa João Paulo II teve palavras de carinho para com os homossexuais, quando declarou: “Eles estão no coração da igreja.”
O jornal católico independente, National Catholic Reporter, de 27 de fevereiro de 1987, disse que os clérigos homossexuais calculavam que 50 por cento dos sacerdotes católicos nos EUA sejam homossexuais. Esta porcentagem é contestada. Um psicólogo, que baseou sua declaração em 1.500 entrevistas, afirma que 20 por cento dos 57.000 sacerdotes católicos dos EUA são homossexuais, ao passo que informes mais recentes fazem com que “outros terapeutas imaginem que o verdadeiro percentual hoje em dia pode estar em torno de 40 por cento”.
Há pouco mais de um ano, os jornais por todo aquele país foram inundados de notícias de abusos sexuais de menores, cometidos por sacerdotes católicos. É típica a seguinte notícia, do Mercury News, de San Jose, na Califórnia, EUA, de 30 de dezembro de 1987:
“Numa época de elevada conscientização nacional sobre os problemas de abuso sexual de menores, a Igreja Católica nos Estados Unidos continua a ignorar e a encobrir casos de sacerdotes que cometem abusos sexuais contra menores, de acordo com os registros dos tribunais, com os documentos internos da igreja, com as autoridades civis e as próprias vítimas.”
“As autoridades eclesiais insistem que notório caso ocorrido em Louisiana, em 1985 — em que um padre abusou sexualmente de pelo menos 35 meninos — ensinou-os a lidar firmemente com este problema. Mas uma pesquisa feita durante três meses pelo Mercury News revela que, em mais de 25 dioceses por todo o país, os dirigentes eclesiais têm deixado de notificar as autoridades civis, transferindo os sacerdotes que cometem abusos sexuais para outras paróquias, têm ignorado as queixas dos pais, e têm desconsiderado os potenciais danos causados às vítimas infanto-juvenis. . . . Milhões de dólares em indenizações já foram pagos às vítimas e a suas famílias, e um informe da igreja, em 1986, calculava que a imputabilidade da igreja poderia atingir US$ 1 bilhão na próxima década.”
O “notório caso ocorrido em Louisiana, em 1985”, mencionado no informe do Mercury News referia-se a um sacerdote chamado Gilbert Gauthe. Houve um “pagamento de US$ 12 milhões às suas vítimas”. Por muitos anos já eram conhecidas as atividades homossexuais de Gauthe, mas ‘a diocese cuidou desse problema por transferi-lo de uma paróquia para outra, pelo menos três vezes’. Em um dos casos, “os pais testificaram que Gauthe havia violado sexualmente seu filho de 7 anos, em seu primeiro dia como sacristão, e por um ano depois disso, até o sacerdote ser transferido”.
Os “danos causados às vítimas infanto-juvenis” também foram mencionados naquele informe. Às vezes o dano é definitivo. Um rapazinho de 12 anos acabou com a vida, deixando um bilhete em que dizia que “não valia a pena viver” depois de ter-se “tornado um virtual escravo sexual dum irmão franciscano”. Outro, que sofrera abuso sexual por parte dum sacerdote, enforcou-se depois de dizer a seu irmão: “Contate o Padre S. — e diga-lhe que eu o perdôo.”
A maioria dos casos de abusos sexuais envolvem meninos e rapazes, mas muitas meninas e moças também tornam-se vítimas. Segundo noticiado pelo Plain Dealer, de Cleveland, EUA, de 19 de dezembro de 1987, uma moça de 16 anos e os pais dela moveram, em 1986, um processo civil contra sete padres, por abusos sexuais. Ela ficou grávida, e os sacerdotes instaram com ela para que fizesse um aborto. Quando ela se recusou, fizeram arranjos de mandá-la para as Filipinas, para encobrir a gravidez. A igreja está contra o homossexualismo e o aborto, mas, pelo visto, não quando seus próprios sacerdotes estão envolvidos.
As notícias de jornal prosseguem alistando muitos casos específicos de jovens católicos violados sexualmente por sacerdotes católicos, de milhões de dólares pagos devido a processos legais, de muitos acordos financeiros feitos fora dos tribunais, e de companhias de seguro que “não mais cobrirão o pessoal diocesano contra acusações de ataques sexuais”.
Thomas Fox, editor do National Catholic Reporter, diz: “Já por muitos anos, tem havido um encobrimento nacional do problema, por parte dos bispos.” Eugene Kennedy, ex-padre e atualmente professor de psicologia na Universidade de Loyola, EUA, diz: “O que se vê nos tribunais é apenas a ponta do iceberg.” Thomas Doyle, sacerdote dominicano e advogado especializado em direito canônico, declara: “Os abusos sexuais cometidos por sacerdotes contra garotinhos é, de per si, o mais grave problema que tivemos de enfrentar em séculos.”
[ênfase acrescentada]
*** Despertai!, 8 de novembro de 1989, p. 28
Observando o Mundo
Escândalo sexual da Igreja
“Durante anos, sacerdotes católico-romanos, e outros trabalhadores da Igreja, nas paróquias da Terra Nova, cometeram repetidos abusos sexuais contra dezenas de menores, a maioria rapazinhos, muitos deles sendo órfãos sob os cuidados de seus atacantes”, informa a revista ilustrada Maclean’s, do Canadá. “O escândalo tampouco se limita à Terra Nova: pelo menos seis outros casos de abusos sexuais de menores, por parte de eclesiásticos católicos, surgiram em outras partes do Canadá, e mais de 20 nos Estados Unidos.” Avolumando-se a cada mês os informes de abusos sexuais — um total de 17 sacerdotes e outros afiliados à igreja já foram indiciados — foram abaladas a fé e a confiança de muitos católicos em seus sacerdotes. Mui perturbadora é a acusação de que os abusos sexuais na igreja não só são algo antigo, mas também, geralmente, têm sido encobertos, e o sacerdote ofensor simplesmente transferido para outra paróquia, onde às vezes se cometeram novas ofensas. A reação dos pais tem sido de recusar-se a permitir que seus filhos tornem-se coroinhas, ou até de permitir que seus filhos entrem num confessionário. “O colarinho virado para trás, certa vez usado com orgulho, tornou-se fonte de embaraço e de suspeita”, afirma Paul Stapleton, vice-presidente da junta da escola católica de São João. “Os acontecimentos recentes colocaram todos os sacerdotes sob uma nuvem de suspeita declarada ou tácita. A mensagem parece ser: Não se pode confiar em ninguém, a não ser em si mesmo e em Deus.”
[ênfase acrescentada]
*** Prestai Atenção a Vós Mesmos e a Todo o Rebanho (1991), p. 110-1
Como Lidar com Casos Judicativos
Não envie à pessoa qualquer espécie de correspondência que a acuse diretamente de alguma transgressão especifica.
É preferível que dois anciãos falem com a pessoa e convidem-na a reunir-se com a comissão judicativa.
Devem-se fazer arranjos apropriados quanto a hora e o lugar da audiência.
Declare qual foi supostamente a conduta da pessoa.
Se é necessário enviar um convite por escrito, você simplesmente deve declarar qual é a alegação a respeito da pessoa, a hora e o lugar da audiência e como a pessoa pode contatar o presidente se os arranjos forem inconvenientes para ela.
Se o acusado desejar trazer testemunhas que falem em seu favor no assunto em pauta, poderá fazê-lo.
Contudo, não se permitem observadores.
Não é permitido nenhum aparelho de gravação.
Se o acusado faltar repetidamente à audiência, a comissão dará seguimento à audiência, mas não tomara uma decisão até que sejam consideradas as evidencias e o relato de testemunhas.
A comissão não deve tomar ação contra a pessoa a menos que a evidencia torne isso claramente necessário.
Deixar de aparecer perante a comissão não é, em si mesmo, prova de culpa.
Que tipo de evidencia é aceitável ?
Deve haver duas ou três testemunhas oculares, não apenas pessoas repetindo o que ouviram; nenhuma ação deve ser tomada se houver só uma testemunha. (Deut.19:15; João 8:17)
Confissão (admissão de transgressão), quer escrita ou oral, pode ser aceita como prova conclusiva sem outra evidencia corroboradora. (Jos. 7:19)
Forte prova circunstancial, tal como gravidez ou evidência (atestada por pelo menos duas testemunhas) de que o acusado passou a noite toda na mesma casa com uma pessoa do sexo oposto (ou com alguém reconhecido como homossexual) sob circunstâncias impróprias , é aceitável.
O testemunho de jovens pode ser considerado; cabe aos anciãos determinar se o testemunho parece ser veraz.
O testemunho de incrédulos também pode ser tomado em conta, mas deve ser cuidadosamente pesado.
Se houver duas ou três testemunhas do mesmo tipo de transgressão, mas cada uma for testemunha de um incidente diferente, o seu testemunho pode ser tomado em conta.
Tal evidência pode ser usada para estabelecer a culpa, mas é preferível Ter duas testemunhas da mesma ocorrência que envolva transgressão.
[ênfase acrescentada]
E se a pessoa decidir fazer uma acusação formal? Nesse caso, os dois anciãos poderão lembrar-lhe que, em harmonia com o princípio em Mateus 18:15, ela deverá conversar pessoalmente com o acusado sobre o assunto. Se não estiver em condições emocionais de confrontar o acusado, poderá telefonar-lhe ou enviar-lhe uma carta. Assim ele tem a oportunidade de defender-se da acusação, perante Jeová. E pode até apresentar evidências de que é impossível que tenha cometido o abuso de que é acusado. Ou talvez confesse o erro e possa haver uma reconciliação, o que seria muito positivo! Se ele confessar a culpa, os dois anciãos poderão tratar do assunto em conformidade com os princípios bíblicos.
Se o acusado negar a culpa, os anciãos deverão explicar a quem fez a acusação que nada mais poderá ser feito em termos judicativos. E a congregação continuará a considerar o acusado como inocente. A Bíblia diz que é preciso haver duas ou três testemunhas para que alguma ação judicativa seja tomada. (2 Coríntios 13:1; 1 Timóteo 5:19) Mesmo que mais de uma pessoa se “lembre” de ter sido abusada sexualmente pelo mesmo indivíduo, a natureza dessas lembranças, se não há outras evidências, é incerta demais para servir de base para decisões judicativas. Isso não significa que essas “recordações” sejam encaradas como falsas (ou como verdadeiras). Simplesmente os princípios bíblicos precisam ser acatados ao se resolver um assunto judicativamente.
E se o acusado — embora negue a transgressão — for realmente culpado? Será que ele vai “se livrar dessa”? De jeito nenhum! A questão de ele ser ou não culpado pode ficar, com toda a segurança, nas mãos de Jeová. “Os pecados de alguns homens manifestam-se publicamente, conduzindo diretamente ao julgamento, mas, quanto a outros homens, os pecados deles também se tornam manifestos mais tarde.” (1 Timóteo 5:24; Romanos 12:19; 14:12) O livro de Provérbios diz: “A expectativa dos justos é alegria, mas a própria esperança dos iníquos perecerá.” “Quando morre um homem iníquo, perece a sua esperança.” (Provérbios 10:28; 11:7) Em última análise, Jeová Deus e Cristo Jesus proferirão com justiça a sentença eterna. — 1 Coríntios 4:5.
[ênfase acrescentada]
*** A Todos os Corpos de Anciãos do Brasil, 3 de outubro de 1995 N° 30
Caso um membro da congregação seja acusado de molestar sexualmente uma criança, os anciãos deverão entrar imediatamente em contato com o Departamento Legal da Sociedade. Em alguns casos, mas não necessariamente em todos, talvez se torne obrigatório que o assunto seja comunicado às autoridades competentes. Nos casos em que talvez seja obrigatório tal comunicação, muitas vezes os pais, o responsável ou o próprio acusado pode fazer a denúncia. Desta forma, o privilégio eclesiástico de guardar confidência não é violado. Mesmo que a acusação não seja levada ao conhecimento das autoridades, se ficar comprovado que um membro da congregação abusou de uma criança, devem-se tomar as medidas apropriadas, em harmonia com a diretriz inicial do Departamento Legal da Sociedade.
...
Antes de conceder-lhe privilégios, é preciso que a pessoa preencha o requisito de ter testemunho excelente de pessoas de dentro e de fora das congregação... Sempre deixem passar um tempo considerável antes de dar responsabilidades a alguém que foi abusador de crianças, se é que ele receberá alguma.
[ênfase acrescentada]
*** Despertai!, 8 de fevereiro de 1981, p. 29
Observando o Mundo
Fracassa o “Encobrimento” da Igreja
Acossada por uma revelação comprometedora, que mereceu o prêmio Pulitzer e ameaçada de ação judicial, a Igreja Católica finalmente pagou US$ 2,9 milhões [cerca de Cr$ 203 milhões] a cerca de 1.500 católicos mais idosos, que anos atrás adquiriram bônus de uma ordem religiosa, protagonista de escândalo. Uma série de artigos em jornais, desmascarando abusos financeiros dos Padres Paulinos de Doylestown, Pensilvânia, ganhou o prestigioso prêmio Pulitzer de jornalismo de utilidade pública. A série de reportagens da Gannett News Service também desmascarou o que chamou de “encobrimento maciço” da Igreja, envolvendo “alguns dos mais altos dignitários da igreja deste país e de Roma — inclusive o Papa João Paulo II”. Charles Germain, porta-voz do Bispo George H. Guilfoyle, de Camden, Nova Jérsei, disse que o bispo se absteria de comentar o assunto, mas também observou: “A Diocese é uma corporação legal. Se ficasse envolvida num escândalo, você também faria tudo para encobri-lo.”
[ênfase acrescentada]
*** A Sentinela, 1° de janeiro de 1997, pp 26-9
Abominemos o que é iníquo
Que dizer do molestador de crianças?
Dependendo das leis do país em que ele vive, é bem possível que o molestador sofra pena de prisão ou outras sanções impostas pelo Estado. A congregação não o protegerá disso. Também, esse homem demonstrou ter uma fraqueza séria, que doravante precisa ser levada em conta. Se ele parecer arrependido, será incentivado a fazer progresso espiritual, a participar no serviço de campo, e mesmo a ter parte na Escola do Ministério Teocrático e receber na Reunião de Serviço partes que não forem de ensino. No entanto, isto não significa que esteja habilitado para servir num cargo de responsabilidade na congregação. Quais são os motivos bíblicos disso?
Em primeiro lugar, o ancião precisa estar “dominando a si mesmo”. (Tito 1:8) É verdade que nenhum de nós tem perfeito autodomínio. (Romanos 7:21-25) Mas o cristão adulto, dedicado, que comete o pecado de abusar sexualmente de uma criança, revela ter uma fraqueza carnal, desnatural. A experiência tem mostrado que tal adulto pode molestar outras crianças. É verdade que nem todo molestador de criança repete esse pecado, no entanto, muitos o fazem. E a congregação não pode ver o que há no coração, para saber quem é e quem não é capaz de novamente molestar crianças. (Jeremias 17:9) Portanto, o conselho que Paulo deu a Timóteo se aplica com força especial no caso de adultos batizados que molestaram crianças: “Nunca ponhas as mãos apressadamente sobre nenhum homem; tampouco sejas partícipe dos pecados de outros.” (1 Timóteo 5:22) Para a proteção de nossos filhos, o homem de quem se sabe que foi molestador de criança não está habilitado para um cargo de responsabilidade na congregação. Além disso, ele nem pode ser pioneiro ou ter outro serviço especial de tempo integral. — Note o princípio disso em Êxodo 21:28, 29.
[ênfase acrescentada]
*** Despertai!, 8 de dezembro de 2004, p.28-9
Observando o Mundo
Abuso de menores no México
Segundo a Procuradoria de Justiça da Cidade do México, “1 de cada 8 meninas e 1 de cada 10 meninos são vítimas de abuso sexual na Cidade do México”, relata o jornal El Universal. A procuradoria de justiça tem distribuído panfletos que alertam os pais sobre o abuso sexual e recomendam que atitude tomar se isso acontecer. As recomendações incluem as seguintes: (1) Acredite em seu filho e apóie-o quando ele disser que sofreu abuso sexual. (2) Explique à criança que ela não é responsável pelo ocorrido. (3) Diga à criança que o que aconteceu é contra a lei e que é preciso dar queixa à polícia para que isso não aconteça de novo.
[ênfase acrescentada]
*** Despertai!, 8 de abril de 1999, p. 6-7
A crise é mundial
Traídas por pessoas em quem confiavam
O abuso sexual de menores praticado por clérigos também vem causando repulsa. Notícias do mundo inteiro revelam a dimensão desse tipo de abuso, às vezes praticado até mesmo em nome de Deus. Por exemplo, um sacerdote anglicano condenado dizia a sua vítima, um menino de dez anos: ‘Deus fala por meu intermédio, e ele ama tudo o que eu ou você fizermos, de modo que é correto.’
Na Austrália, uma crítica do livro The Battle and the Backlash: The Child Sexual Abuse War, algo como “A Batalha e os Reflexos Negativos: A Guerra do Abuso Sexual de Crianças”, comentou a respeito do abuso de menores praticado por clérigos e outros em cargos de confiança. Dizia que as organizações envolvidas aparentemente se preocupam em minimizar o prejuízo causado a sua própria imagem, e em proteger a si mesmas em vez de as crianças indefesas.
[ênfase acrescentada]
*** Despertai! 8 de setembro de 1990, p. 29
Observando o Mundo
Moral do Clero
Segundo informa o jornal The Toronto Star, a arquidiocese de Ottawa, da Igreja Católica Romana no Canadá, foi recentemente sentenciada pelos tribunais a pagar $ 150.000 por deixar de atender a uma queixa contra um de seus sacerdotes. O sacerdote foi acusado de agredir sexualmente a meninos. As famílias das vítimas “sentiram-se obrigadas a recorrer a uma solução civil porque, tendo buscado a ajuda da igreja após as agressões, não foram recebidas pelas autoridades eclesiásticas, incluindo o arcebispo”, comentou um advogado. Segundo o Star, outro advogado declarou que as autoridades eclesiásticas da Igreja Católica, ao ficarem sabendo de queixas de abuso de crianças, mantiveram, em ocasiões passadas, os sacerdotes como parte do clero. Disse: “Em vez de entregá-los à polícia ou demiti-los de lá, como faria a maioria das instituições, simplesmente os transferiram secretamente para outro lugar, por lealdade mútua.”
[ênfase acrescentada] _________________ "O homem não pode pretender alcançar certas verdades, enquanto conserva dentro de si certas mentiras."
(Carlos Bernardo González Pecotche)
Olá a todos, acabei de ler as cartas da ATV, algumas delas eu me recordo de ter lido, entendam que não estou fazendo o papel de advogado do diabo, muito menos querendo defender ou acusar a alguém, o q gostaria de deixar claro, repetindo, é q essa informação que postei aqui foi de a +/- 1 ano, ou seja 2006, pelo que vi a informação mais atual que foi mostrada aqui é de, 8 de dezembro de 2004. Pessoal, estou falando isso apenas no intuito de que as informações aqui passadas sejam as mais atuais. Não tenho essa informação escrita até pq não sou mais ancião muito menos TJ, mas eu lhes ASSEGURO QUE LI isso na mão de um dos instrutores que na ocasião "falava comigo" .
GOSTARIA DE EXPOR O MEU REPÚDIO A POSTURA DE ACOBERTAR DE ALGUMA FORMA AÇÃO DE PEDÓFILOS, O QUE INCLUI À ATV. _________________ SER ou não SER, eis a questão!
Editado pela última vez por SER em Sex Ago 17, 2007 9:13 pm; num total de 1 vez
Cléber, se a atitude for tomada com respeito à pedófilos vai ser um grande avanço.
Há algum tempo , postei a história de uma conhecida no orkut, não posso dar maiores detalhes , pq a internet, é um veículo utilizado no mundo inteiro, mas a questão é : era uma menin a(11 anos), foi abusada pelo próprio pai, e elecontinuou como TJ.
Hj não tenho mais informações se ele ainda é Tj, pois se mudou e não tenho mais contato, mais na época ficou por isso mesmo.Ele não confessou...
A esposa se separou dele e foi colocada na geladeira...3 anos depois, ainda sem ele dar o divórcio( ela estava afastada), começou a namorar , e foi desassociada.
Registrado: 21/05/07 Mensagens: 1551 Localização: Rio de Janeiro
Enviada: Sex Ago 17, 2007 6:54 pm Assunto:
Cléber não a razão para desconfiar do que você disse. Diante dos escândalos envolvendo a Torre de Vigia já era de se esperar que eles mudassem a forma de lidar com a situação e isso graças a pessoas corajosas que enfrentaram a arrogância e o orgulho dos hipócritas do Corpo Governante.
Mais como disse o Roberto:
Citação:
...as instruções vigentes estão escritas e a Torre, se está mesmo mudando a diretriz, tem que fazê-lo por escrito. No entanto, denúncias às autoridades não é a única reivindicação dos que, nos Estados Unidos, estão na campanha contra a pedofilia na Torre. Pelo que entendi eles também querem as seguintes mudanças:
1 - abrir a quem de direito, o arquivo com os 25.000 nomes e informações que ela já dispõe;
2 - proibir que anciãos e servos ministerias ou outro adulto fique a sós com crianças, quer sejam elas meninas ou meninos;
3 - alertar à congregação quando um suposto pedófilo estiver se reunindo no seu meio;
4 - manter as autoridades locais a par da mudança de um suposto pedófilo para sua área;
5 - não permitir que um alegado pedófilo dirija estudos ou saia no serviço de campo a sozinho, colocando em risco outras crianças da comunidade;
_________________ "O homem não pode pretender alcançar certas verdades, enquanto conserva dentro de si certas mentiras."
(Carlos Bernardo González Pecotche)
pascoalnaib Administrador do Fórum Usuário: OffLine
Registrado: 21/05/07 Mensagens: 4610 Localização: Fortaleza - CE
Registrado: 21/05/07 Mensagens: 1551 Localização: Rio de Janeiro
Enviada: Sex Ago 17, 2007 10:56 pm Assunto:
_________________ "O homem não pode pretender alcançar certas verdades, enquanto conserva dentro de si certas mentiras."
(Carlos Bernardo González Pecotche)
Como sempre thiago ,vc postando tudo com muita responsabilidade.
é muito bom que estejamos informados do que anda se passando com o tema pedofilia dentro da Torre de Vigia.
No sso objetivo visa sempre a troca de idéias e debates com respeito,educação e informação.
A contribuição do SER tbém muito benéfica,não sinta acuado,aqui vc pode se expressar sem medo. _________________ 1 Minuto de silêncio p/ os velhinhos de Brooklyn.OPs não resisti!!!!
A contribuição do SER tbém muito benéfica,não sinta acuado,aqui vc pode se expressar sem medo.
Deise, não estou me sentindo acuado muito menos com a impressão de ter perdido um debate, sei da postura dos moderadores e administradores desse forun qto a liberdade de se expressar, qdo postei aquela informação não esperei q todos concordassem, apenas quis compartilhar com todos o q vi em um documento oficial, tenho certeza de ter lido o q comentei, só q n poderei provar por motivos obvios, qto ao Thiago eu o conheço e sei que é um cara legal, do bem, ele sabe q digo isso de coração, embora o conheça a tão pouco tempo.
Claro que no dia em que perceber que existe uma pré-disposição de acusar a ATV a qualquer custo mesmo q para isso tenha q usar de subterfúgios que eu não aprove, como por exemplo mentira, acredite sairei.
Mas acho válido um diálogo sadio e inteligente.
Vale ressaltar que conheci pessoas nesse forum que aprendi a gostar de graça. _________________ SER ou não SER, eis a questão!
Existe sim uma carta mais recente a respeito de pedofilia!!!! Eu já vi aqui em casa algo a respeito disso!!!! Acredito q sekja do ano passado ou desse!!! Vou tentar dar uma de ninje e ver o q tal carta fala!!!! _________________ Eu sou mais eu!!!
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