Tony forista Usuário: OffLine

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Enviada: Qua Jan 28, 2009 7:52 am Assunto: Casa dos principes!! |
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Desde 1929, o irmão Rutherford passava os invernos trabalhando numa residência em San Diego que ele chamara de Bete-Sarim. A construção de Bete-Sarim foi realizada com fundos contribuídos diretamente para esse fim. A escritura, publicada na íntegra na revista “Golden Age” de 19 de março de 1930, transferia essa propriedade a J. F. Rutherford e depois à Sociedade Torre de Vigia, dos EUA.
Sobre Bete-Sarim, o livro “Salvation” (“Salvação”), publicado em 1939, explica: “As palavras hebraicas ‘Bete-Sarim’ significam ‘Casa dos Príncipes’; e o intento de adquirir essa propriedade e edificar a casa foi para que houvesse alguma prova tangível de que existem pessoas na terra atualmente que acreditam plenamente em Deus e em Cristo Jesus e em seu reino, crendo que os fiéis da antiguidade serão brevemente ressuscitados pelo Senhor, voltarão à terra e se encarregarão dos negócios visíveis da terra.”
Alguns anos após a morte do irmão Rutherford, a diretoria da Sociedade Torre de Vigia decidiu vender Bete-Sarim. Por quê? “The Watchtower” de 15 de dezembro de 1947 explicava: “Havia cumprido plenamente seu objetivo e agora só servia como monumento bastante dispendioso de manter; nossa fé no retorno dos homens da antiguidade aos quais o Rei Cristo Jesus fará príncipes em TODA a Terra (não apenas na Califórnia) baseia-se não nessa casa Bete-Sarim, mas na promessa contida na Palavra de Deus.”
[Nota(s) de rodapé]
Naquela época, acreditava-se que os homens fiéis da antiguidade, tais como Abraão, José e Davi, seriam ressuscitados antes do fim deste sistema de coisas e serviriam quais “príncipes em toda a terra”, em cumprimento do Salmo 45:16. Este conceito foi ajustado em 1950, quando estudos adicionais das Escrituras indicaram que esses antepassados terrestres de Jesus Cristo serão ressuscitados depois do Armagedom. — Veja “A Sentinela” de agosto de 1951, páginas 119-21.
*** w75 15/9 p. 552 Contraste — missionários com obra urgente que salva vidas ***
Outro orador, F. W. Franz, vice-presidente da Sociedade, incutiu fortemente na assistência a urgência da obra cristã de pregação. Salientou que, segundo a cronologia bíblica, fidedigna, 6.000 anos da história humana acabarão neste setembro, segundo o calendário lunar. Isto coincide com o tempo em que ‘a espécie humana está prestes a matar-se de fome’, bem como a ser confrontada com o envenenamento pela poluição e com a destruição por armas nucleares. Franz acrescentou: “Não há base para se crer que a humanidade, confrontada com o que agora enfrenta, possa existir durante o sétimo período de mil anos” sob o atual sistema de coisas.
Significa isso que sabemos exatamente quando Deus destruirá este velho sistema e estabelecerá o novo? Franz mostrou que não sabemos, porque não sabemos quão breve foi o intervalo de tempo entre a criação de Adão e a criação de Eva, ponto em que começou o dia de descanso de Deus, de sete mil anos. (Heb. 4:3, 4) Mas, ele salientou que “não devemos pensar que este ano de 1975 não seja de nenhum significado para nós”, porque a Bíblia prova que Jeová é “o maior cronologista” e “temos a data-base de 1914 assinalando o fim dos Tempos dos Gentios”. Assim, prosseguiu, “estamos cheios de expectativa quanto ao futuro próximo, quanto à nossa geração”. — Mat. 24:34.
*** w77 1/7 p. 401 Proclamação das boas novas em toda a terra ***
18 Jesus nos diz: “Persisti em olhar, mantende-vos despertos, pois não sabeis quando é o tempo designado. . . . Mantende-vos vigilantes.” (Mar. 13:32-37) O que teria acontecido se as Testemunhas de Jeová, na expectativa da “grande tribulação”, tivessem parado e deixado de vigiar e fazer planos para o futuro, em 1914, em 1925, em 1975 ou em qualquer outra data — teria isso resultado no amplo paraíso espiritual que hoje vemos? Quanto nos alegramos de que Jeová deu energia ao seu povo para continuar a proclamar as boas novas em toda a terra! _________________ Sou um ex-TJ, O amor é uma flor maravilhosa, mas para colhê-la devemos ter coragem de enfrentar os espinhos |
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