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ROSACRUZ:UMA VISÃO GNÓSTICA DO CRISTIANISMO


 
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alan barros
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MensagemEnviada: Qua Ago 06, 2008 5:42 pm    Assunto: ROSACRUZ:UMA VISÃO GNÓSTICA DO CRISTIANISMO Responder com citação

Apresentando a Rosacruz Áurea
O Lectorium Rosicrucianum ou Escola Internacional da Rosacruz Áurea (ou ainda, simplesmente, rosacruz moderna) tem atualmente a sua Sede Central em Haarlem - Holanda, sendo este também o seu lugar de origem.
Em 1924, os irmãos Zwier W. Leene (1892 - 1938) e Jan Leene (1896 - 1968) entraram para a Sociedade Rosacruz, divisão holandesa que havia se formado alguns anos antes a partir da “Rosicrucian Fellowship” (FR), fundada em 1909 por Max Heindel em Oceanside, California, EUA. Os dois irmãos logo ocuparam um lugar proeminente na Sociedade Rosacruz e, em 1929, foram designados dirigentes da mesma. No ano de 1930, a Sra. H. Stok-Huizer (1902 - 1990) uniu-se aos irmãos Leene e juntos empreenderam uma pesquisa espiritual da qual resultou que, em 1935, se tornaram independentes da “Rosicrucian Fellowship”. Z.W. Leene faleceu no ano de 1938, porém o Sr. J. Leene e a Sra. H. Stok-Huizer continuaram juntos o trabalho iniciado. Escreveram numerosas obras sob os pseudônimos J. van Rijckenborgh e Catharose de Petri, respectivamente.
Durante a Segunda Guerra Mundial, as atividades da Sociedade Rosacruz foram proibidas pelas forças de ocupação, mas logo após o seu fim puderam ser reiniciadas abertamente. Os dois líderes espirituais tomaram um novo caminho, centrando-se cada vez mais sobre o conceito “Gnosis”. Literalmente, a palavra “Gnosis” significava para eles “conhecimento” em um sentido cristocêntrico, o conhecimento direto de Deus, que é resultado de um caminho de desenvolvimento espiritual: o renascimento pela Água e pelo Espírito (João 3:5). Esse processo de desenvolvimento espiritual é simbolizado pelas “Núpcias alquímicas de Cristão Rosacruz”. 2 mai excluir Giuliano
O nome Cristão Rosacruz foi um termo utilizado pelos rosacruzes clássicos do século dezessete para designar o protótipo do homem renascido em Cristo e, assim, totalmente renovado. Ele está a serviço da humanidade com todo o seu coração e toda a sua alma, pela realização da verdadeira renovação espiritual.

Em sentido mais amplo, o conceito “Gnosis” foi a denominação utilizada para o toque universal de Cristo e sua Fraternidade e para o seu eterno trabalho de salvação através de toda a história, mesmo na época pré-cristã.
No ano de 1945 a Sociedade Rosacruz adotou o nome Lectorium Rosicrucianum e apresentou-se ao mundo como “Escola Espiritual Gnóstica”.
Havia simultaneamente nesta mesma época, no sul da França, como se confirmando a antiga profecia da tradição oral (“após 700 anos, o loureiro voltará a florir”) um despertar do interesse pelas pesquisas em torno da religião Cátara, tanto nos meios ocultistas, teosóficos e outros esotéricos quanto da parte de historiadores acadêmicos. Em 1930 havia se formado um grupo de pessoas orientadas para o novo despertar do catarismo e para a busca do Santo Graal. Entre eles era possível encontrar personalidades de destaque: um ocultista, um escritor inspirado como Maurice Magre, intelectuais como Déodat Roché, a condessa Pujol-Murat, descendente da célebre Esclamonde de Foix, o poeta e filósofo René Nelli, amigo de André Breton – para quem “Montségur ainda ardia” (o espírito da intolerância sempre arde) – e, por fim, Antonin Gadal.
Antonin Gadal foi quem mais aprofundou suas pesquisas espirituais nas tradições orais da Ocitânia (sul da França). Ele teceu profundos laços de simpatia com Isabelle Sandy, uma escritora local, com a condessa de Pujol-Murat, com Paul Alexis Ladame, escritor suíço que tinha uma grande veneração pelos cátaros, com o escritor Christian Bernadac e sua família, com Fauré-Lacaussade, historiador local. Ele também foi auxiliado no plano histórico por padres católicos como Pe. Glory.
Nos anos 1937-38, ocultistas, sobretudo anglo-germânicos, como Walter N. Birks e Otto Rhan, interessaram-se pelo trabalho de Gadal e o procuraram. Mas por tratar de uma visão do catarismo bem diferente da visão do ocultismo, depois de um tempo eles dele se afastaram.
Nos anos finais de sua vida, Antonin Gadal interessou-se pela Rosacruz Áurea, recohecendo nesta escola espiritual gnóstica um ensinamento e uma orientação interior em conformidade com o que ele vinha buscando. Esse encontro histórico entre as duas correntes teve como antecedentes uma viagem de J. Leene e da Senhora Stock-Huyser a Albi, em 1947, ao “jardim das rosas”, vasto pátio fortificado de uma residência senhorial de frente para o Tarn. Mas o encontro aconteceu finalmente em 1956 em Ussat-les-Bains, no Ariège. Em uma cerimônia, foi selada a junção da Rosacruz Áurea com o grupo iniciático dirigido pelo Sr. Antonin Gadal. Esse encontro selou, portanto, a aliança da Fraternidade dos Cátaros com a Rosacruz, representada simbolicamente pela união da corrente da água com a corrente do fogo.

Os ensinamentos do Lectorium Rosicrucianum estão baseados no conceito de duas ordens de natureza (aquilo que os historiadores comumente designam como “dualismo”, ou também “maniqueísmo”, designando assim as correntes gnósticas oriundas dos ensinamentos de Mani): Primeiramente, existe a ordem natural que conhecemos e que é apenas uma ordem de emergência - uma morada transitória. Esta natureza envolve tanto os que vivem quanto os que estão mortos. Tudo nesta natureza está sujeito ao ciclo do nascer, crescer, morrer e renascer. Em segundo lugar, existe a ordem divina original. A primeira é o mundo passageiro: nascer, brilhar e fenecer, também chamada de “dialética”; a segunda é o mundo da eternidade, ou “estática”, que é designada na Bíblia como o reino dos céus. Este reino está presente no coração do homem como um último vestígio latente, como uma centelha divina ou átomo centelha do espírito. Esse princípio faz surgir nos pesquisadores um anseio indefinido, uma vaga recordação de um estado original perdido, de um estado de ser unido a Deus no reino da imortalidade.
O dualismo radical, ou seja, a distinção absoluta entre o princípio espiritual e o p´rincípio humano, ao contrário de como o fazem os historiadores materialistas em sua ótica visivelmente influenciada pelo pensamento católico, não é visto pela Rosacruz Áurea como algo negativo. Jan Van Rijckenborg, em suas obras, trata de elidir a idéia de uma distinção entre uma Gnosis “positiva” e uma Gnosis “negativa”, ou entre um gnosticismo mais dualista (influenciado por Mani) em oposição a um gnosticismo menos dualista, ou de um dualismo mais ameno (influenciado por Hermes ou por uma suposta corrente “não-gnóstica” do cristianismo). Para Rijckenborg, trata-se de uma só Gnosis. E o ensinamento da dualidade entre o divino e o humano, entre o eterno e o temporal, é sua base essencial.
Através do ensinamento da existência destas duas ordens de natureza inteiramente distintas, o Lectorium Rosicrucianum visa dar a conhecer à humanidade a necessidade de retorno à ordem divina através do processo do “renascimento do espírito” (João 3:9), que foi anunciado por Jesus. Esse renascimento ou “transfiguração” é um processo de “morrer diariamente”, como Paulo diz em I Cor. 15:31. O que morre é a velha natureza, a consciência-eu, e o que deve despertar é a natureza divina: o Cristo interno. O Lectorium Rosicrucianum não só ensina esse processo a seus alunos como também os apóia em seus esforços para sua realização.
O ensinamento da sabedoria transfigurística que o Lectorium Rosicrucianum divulga faz parte da mensagem de todas as grandes religiões do passado. O conceito de duas ordens de natureza, o conceito do princípio original latente no coração humano e o do caminho da transfiguração podem ser encontrados, por exemplo, nas seguintes frases bíblicas: “Meu reino não é deste mundo” (João 18:36), “O reino de Deus está em vós” (Lucas 17:21) e “Ele deve crescer e eu devo diminuir” (João 3:30).
Outro conceito rosacruciano fundamental é o de que o ser humano é um microcosmo, um pequeno mundo: um sistema de corpos visíveis e invisíveis ci
circundado por um campo magnético limitado por um “firmamento microcósmico” ou “lípika”. Essa idéia está de acordo com o axioma hermético: “Assim como é em cima, assim é embaixo”.

O caminho da transfiguração compreende cinco fases importantes.

Cada uma destas fases está relacionada:

a) à ligação com o aspecto superior de cada um dos planetas (astrosofia)
b) à MODIFICAÇÃO DE UM DOS CINCO FLUIDOS QUE COMPÕEM A ALMA.

São elas:

1. Auto-conhecimento / conhecimento das duas ordens de natureza: Nesta primeira fase do caminho da transfiguração, trata-se de compreender a natureza imperfeita deste campo de vida terrestre e de experimentar o chamado interno para voltar à ordem divina. É relacionada ao nascimento na consciência da nova força Mercuriana (Mercúrio), e à modificação do fluído do sangue (em seu aspecto astral e etérico).

2. Desejar verdadeiramente a salvação: Esta fase é relacionada ao nascimento da nova consciência Venusiana (Vênus), que manifesta na consciência o anseio pela verdade e pela libertação. Corresponde à mudança do fluido nervoso.

3. Render o “eu” ao átomo centelha do espírito para que a salvação possa ser realizada: Esta é a fase da auto-rendição (da “Endura”, como diziam os antigos Cátaros), da entrega completa ao Cristo interior, é a fase da morte da personalidade e do ego. Corresponte ao aspecto superior do planeta Marte, e à mudança dos hormônios. Na simbologia esotérica cristã, é quando o princípio “João” em nós se rende ao princípio “Jesus”, reconhecendo-o como mestre. O ser humano passa, no sentido místico, do estado de consciência joanino para o estado Jesus.

4. Nova Atitude de Vida: Esta é a fase em que se desenvolve um novo comportamento ou atitude de vida que deve ser realizado espontaneamente sob a direção do átomo centelha do espírito, o princípio espiritual que passa a governar a alma humana. As características dessa nova atitude de vida estão descritas, por exemplo, no Sermão do Monte. No sentido místico, o que acontece nesta fase é que a nova consciência governada pelo princípio Jesus (a ligação cabeça-coração) desce pelo simpático e lá enfreta as três tentações de Lúcifer (3 tentações no deserto). Depois sobre novamente pelo simpático e passa a governar os doze aspectos da consciência (doze apóstolos). A força ou radiação Jesus em nós inicia seus milagres, renovando todo o sistema microcósmico do ser humano.
No sentido esotérico, esta etapa corresponde à total modificação do fogo serpentino (o chamado fluido de fogo da Kundalini, que flui pela coluna), e à sua renovação a partir da Kundalini do coração, e não do santuário pélvico. Correponde à influência do aspecto superior do planeta Júpiter em nós.

5. A Nova Alma: É a etapa final do processo de transfiguração, que significa despertar ou renascer no campo de vida original, com uma alma totalmente renovada. O sétuplo fluido astral da consciência se modifica. O ser humano se liga ao aspecto superior do planeta Saturno. É a etapa das núpcias alquímicas.
Mas este é apenas o início da transfiguração, pois um a um, os doze aspectos da nossa consciência terão que ser postos à prova. E muitos deles ainda falharão.

Estas cinco etapas correspondem apenas ao primeiro degrau ou primeiro círculo sétuplo em que se divide a grande obra espiritual. Eles correspondem ao renascimento da figura física (os cinco fluidos da alma). O ser humano toma consciência de sua origem divina, vê as linhas e diretrizes que levam à realização e tem que começar a segui-las.
Mas o princípio “Judas” (o aspecto da nossa consciência que se opõe ao caminho espiritual) ainda atua em nós. E ele sempre trairá o novo hormônio crístico.
A taça do Graal ainda terá que ser conquistada por meio de uma longa busca...

No segundo degrau ou segundo círculo sétuplo, liga-se aos três planetas dos mistérios: Urano, Netuno e Plutão. E a renovação da figura anímica tem processo. É o período de construção de um novo corpo-alma (a “veste alquímica de bodas”, ou “veste de ouro”). O ser humano deve aplicar as leis que agora lhe são conhecidas a fim de provocar o crescimento do Cristo interior. É a etapa do realismo cristão, ou conversão. O indivíduo deve professar a fé, testemunhar o saber, o ato, a realização. É no sentido místico o trilhar do caminho de Jesus da cruz até o gólgota.

No terceiro e último degrau ou círculo sétuplo, ocorre a união com a sabedoria sobrerna e com o bem supremo. É a ressurreição de Jesus na forma de Cristo, como uma figura espiritual renascida, com um novo corpo-alma. Divide-se em cinco etapas também, que são as etapas da constituição de cada um dos aspectos deste novo veículo divino. É a etapa da realização e coroação de toda a obra.

Estes três círculos ou três degraus correspondem às três etapas da alquimia: Albedo, Nigredo e Rubedo.
Na simbologia dos antigos Cátaros, eram as três fases: Lagarta, Crisálida e por último a borboleta (o inseto perfeito)
Na simbologia hermética e rosacruz são as três rosas: branca, vermelha e dourada.

.........

Após o que acima foi exposto, é importante considerar que os ensinamentos transfigurísticos não devem ser considerados apenas como um sistema filosófico ou um estudo teórico, porém, eles devem ser “vividos”. Esse “viver” é o objetivo central do discipulado dos alunos da Escola Espiritual da Rosacruz Áurea. E esta “vivência” deste processo espiritual chamado de transfiguração só é possível através da ligação do ser humano com um campo de força espiritual, proporcionado por uma escola espiritual transfigurística.
Antes que o interessado se decida a ingressar na Escola, são dados tanto o tempo necessário como todas as oportunidades para informar-se a respeito dela.
Após ter ingressado, a pessoa é livre para, a qualquer momento, retirar-se da Escola. A liberdade individual é considerada como a única base legítima para que cada homem siga seu caminho, cumprindo sua vocação espiritual.
Espera-se dos alunos que adotem certas mudanças básicas em suas vidas, tais como o vegetarianismo e a abstinência de fumo, álcool e drogas. Naturalmente espera-se uma alta moralidade. Nas atividades externas bem como no desenvolvimento interno, homens e mulheres têm as mesmas oportunidades. Existem alunos de todas as idades e, em particular, há muitos jovens que participam ativamente do trabalho do Lectorium Rosicrucianum.
Em muitos países, o Lectorium Rosicrucianum possui centros de conferências e núcleos onde estão localizados seus Templos. Nestes, os alunos se reúnem com regularidade para participar dos serviços templários e reuniões, nos quais estudam a doutrina da sabedoria transfigurística e refletem sobre como integrá-la a suas vidas.
Em todo o mundo existem mais de 160 núcleos que possuem os mesmos objetivos. Neles também são realizadas palestras ou reuniões públicas e cursos para os interessados. No trabalho mundial do Lectorium Rosicrucianum existem aproximadamente 12000 alunos ativos, além de cerca de 3000 membros.
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shurelambers
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MensagemEnviada: Qui Ago 07, 2008 11:22 am    Assunto: Responder com citação

Essa é uma das vertentes do Rosacrucianismo.

AQs que conheço e estudei são:

- AMORC (Antiga e Mística Ordem Rosa Cruz)
- FRA - (Fraternitas Rosacruciana Antiqua - Mestre Huiracocha)
- Fraternidade Rosacruz ( de Max Heindel)
- Lectorium Rosacrucianum ( citado no post)

Existem outras, com mais ou menos variações.

A que talvez os "cristãos" em busca de uma nova crença se encontrem é a FRA da qual ainda sou membro.

Abs
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Francisco
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MensagemEnviada: Qui Out 30, 2008 8:56 am    Assunto: Responder com citação

Tenho curiosidade de visitar uma um dia, aqui em C.A. tem um local de encontro deles.
_________________
[b:4855e7a905]
Estamos migrando para:

http://extestemunhasdejeova.net/
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André Felix
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MensagemEnviada: Qui Out 30, 2008 9:23 am    Assunto: Responder com citação

shurelambers escreveu:


A que talvez os "cristãos" em busca de uma nova crença se encontrem é a FRA da qual ainda sou membro.

Abs


Acho que de todas essas a menos cristã é a AMORC. Na verdade eu acho a AMORC nenhum um pouco cristã. Existe uma obsessão pelo Egito antigo que me causa até contrangimento. Eu cheguei a me iniciar no terceiro grau mas depois fiquei inativo. Deixei uma seita para ficar inativo em outra. De qualquer modo ainda respeito muito a AMORC. A historicidade dela, essa coisa dela ser "herdeira" exclusiva da tradição mística ocidental me desagrada. Até hoje não encontrei nenhuma base histórica sólida para isso. Pra mim é o equivalente místico para a Igreja Mormon. Também isso de ser herdeiro de uma antiga tradição se aprece um pouco com a argumentação protestante de que houve um cristianismo primitivo que foi retomado na Reforma, ou quando cada uma das milhares de seitas foram sendo formadas. A Fraternidade Rosa Cruz do Max Heindel alega ter recebido sua "tradição" diretamente dos "mestres" ou "irmãos maiores", espirituais. É aquela coisa, a AMORC alega possuir documentos que atestam sua identidade de "herdeira" e a Fraternidade Rosacruz aponta para "revelações". Eu não acredito em nenhuma dessas alegações. O Lectorium Rosicrucianum, uma dissidência da Fraternidade Rosacruz, parece ter uma proposta mais honesta, menos ambiciosa, pelo menos para quem olha de fora. Já ouvi falar de um certo autoritarismo, um comportamento fechado e sectário.
Eu gostaria de ser menos Kriki, do grego Kritiquê, mas .... fazer o quê. A última vez que eu fui na loja foi aquela "festa". É "frater" André pra cá, "frater" André pra lá. Até que começou a palestra . O tema era a influência das pedras e das cores das pedras sobre a saúde e o destino das pessoas. Eu já não acreditava que as pedras tivessem esses poderes, muito menos a cor delas. Eu nunca visto camiseta preta. No dia eu estava com uma e a palestrante, após apontar o dedo na minha direção, falou que até cancer é causado quando se veste roupa preta. Nunca mais voltei. Se fosse para acreditar nessas e em outras coisas como, por exemplo, Lemúria, Atlândida, etc. eu preferia continuar acreditando em Adão, Eva & a cobra que deu com a língua no dentes. Agora ... eu me sinto feliz assim?
André Felix
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Ben, o Kojak
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MensagemEnviada: Qui Out 30, 2008 9:47 am    Assunto: Responder com citação

Paz!

Séculos atrás pertenci a Amorc. Nem me lembro o grau que parei. O que mais me causava constrangimento e aborrecimento foi que o bambamban de lá tinha o cargo de "Imperator" e o fato de que a R+C funcionava em ciclos de 108 anos. E esse ciclo estava para se completar ou na época o ciclo seria o de inatividade, mas aí apareceu o senador..... e disse que uma insight mostrou que esse ciclo de inatividade/atividade não seria mais seguido.

Conclusão - Afastei-me.

Que que é? Tô paganô!!!!

Regards

Ben frater R+C

André Felix escreveu:
shurelambers escreveu:


A que talvez os "cristãos" em busca de uma nova crença se encontrem é a FRA da qual ainda sou membro.

Abs


Acho que de todas essas a menos cristã é a AMORC. Na verdade eu acho a AMORC nenhum um pouco cristã. Existe uma obsessão pelo Egito antigo que me causa até contrangimento. Eu cheguei a me iniciar no terceiro grau mas depois fiquei inativo. Deixei uma seita para ficar inativo em outra. De qualquer modo ainda respeito muito a AMORC. A historicidade dela, essa coisa dela ser "herdeira" exclusiva da tradição mística ocidental me desagrada. Até hoje não encontrei nenhuma base histórica sólida para isso. Pra mim é o equivalente místico para a Igreja Mormon. Também isso de ser herdeiro de uma antiga tradição se aprece um pouco com a argumentação protestante de que houve um cristianismo primitivo que foi retomado na Reforma, ou quando cada uma das milhares de seitas foram sendo formadas. A Fraternidade Rosa Cruz do Max Heindel alega ter recebido sua "tradição" diretamente dos "mestres" ou "irmãos maiores", espirituais. É aquela coisa, a AMORC alega possuir documentos que atestam sua identidade de "herdeira" e a Fraternidade Rosacruz aponta para "revelações". Eu não acredito em nenhuma dessas alegações. O Lectorium Rosicrucianum, uma dissidência da Fraternidade Rosacruz, parece ter uma proposta mais honesta, menos ambiciosa, pelo menos para quem olha de fora. Já ouvi falar de um certo autoritarismo, um comportamento fechado e sectário.
Eu gostaria de ser menos Kriki, do grego Kritiquê, mas .... fazer o quê. A última vez que eu fui na loja foi aquela "festa". É "frater" André pra cá, "frater" André pra lá. Até que começou a palestra . O tema era a influência das pedras e das cores das pedras sobre a saúde e o destino das pessoas. Eu já não acreditava que as pedras tivessem esses poderes, muito menos a cor delas. Eu nunca visto camiseta preta. No dia eu estava com uma e a palestrante, após apontar o dedo na minha direção, falou que até cancer é causado quando se veste roupa preta. Nunca mais voltei. Se fosse para acreditar nessas e em outras coisas como, por exemplo, Lemúria, Atlândida, etc. eu preferia continuar acreditando em Adão, Eva & a cobra que deu com a língua no dentes. Agora ... eu me sinto feliz assim?
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André Felix
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MensagemEnviada: Qui Out 30, 2008 10:26 am    Assunto: Responder com citação

Ben, o Kojak escreveu:
Paz!

Séculos atrás pertenci a Amorc. Nem me lembro o grau que parei. O que mais me causava constrangimento e aborrecimento foi que o bambamban de lá tinha o cargo de "Imperator" e o fato de que a R+C funcionava em ciclos de 108 anos. E esse ciclo estava para se completar ou na época o ciclo seria o de inatividade, mas aí apareceu o senador..... e disse que uma insight mostrou que esse ciclo de inatividade/atividade não seria mais seguido.

Eu comecei com grandes expectativas. Logo no começo veio a inacreditável origem egipcia, depois veio esse ciclo de 108 anos, e o desapontamento só foi aumentando. Tem também a tentativa de ocultar a presidência do Gary L. Stewart. Ele foi nomeado imperator em 1987. Em 1990, após uma batalha jurídica, os outros diretores conseguiram removê-lo do cargo. Acusões de corrupção jorraram para todo lado até as partes celebrarem um acordo. O assunto nunca é bem explicado. Outra coisa que atrabalha é a minha persistente falta de concentração e continuidade. Lembro de um experimento que envolve olhar para um vela, tentar enxergar cores e depois uma cruz. Eu acho que isso apenas cansa a retina do olho. De qualquer modo eu não consigio atingir esse grau de concentração. Veio também um alfabeto da Atlântida. Para cada letra do alfabeto que usamos hoje existe uma equivalente no idioma milenar que teria existido há mais de 9000 anos. E para traduzir basta inverter a ordem das letras e das palavra em qualquer idioma. Mas a sintaxe de cada idioma varia.
Não vejo como seja possível usar essa mesma regra para o francês ou alemão.
Eu posso estar falando besteira, sou um ignorante que não conhece nada sobre etinologia. Mas, de qualquer forma, toda essa história de um alfabeto preservado de Altântida tem tudo para não ser verdade. Sequer a exsistência desse continente é comprovado.
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