Enviada: Seg Ago 04, 2008 12:02 am Assunto: PAINTBALL CAUSA COMISSÃO JUDICATIVA???
O que vocês acham. Será que brincar de PaintBall ( jogo com pistolas que atiram tintas ) causaria uma comissão com os anciãos?
To querendo levar a turma pra comissão, será que consigo? hehehehe
Embora que aqui a coisa ta feia na congregação...até os anciãos estão no palco, microfone volante, etc! rs
O que vocês acham?
abraços
pascoalnaib Administrador do Fórum Usuário: OffLine
Registrado: 21/05/07 Mensagens: 4610 Localização: Fortaleza - CE
Enviada: Seg Ago 04, 2008 1:24 am Assunto:
Citei partes do texto...ele completo é só ir na referência!
*** g89 22/5 pp. 26-27 Bang! bang! você está morto! ***
Citação:
Repentinamente, o silêncio é rompido por um grito de guerra, de abalar os nervos. Outro ser humano salta de trás do mato, a uns 6 metros de distância. Precipitadamente, ele atira à queima-roupa. A arma dele emperra sem ter dado um tiro. A blasfêmia dele enche o ar. Instintivamente, você rola para o lado, ao mesmo tempo em que aperta o gatilho da arma. Num piscar de olhos, um vermelho-rubro cobre o peito do inimigo e escorre sobre a frente do uniforme. Você encontrou o inimigo e ele é seu!
São estas as tristes reflexões dum veterano da Primeira ou da Segunda Guerra Mundial, da Guerra da Coréia, ou do Vietnã? Não, constituem o ambiente e o cenário dos milhares de “guerreiros de fim de semana”, tanto homens como mulheres, que semanalmente participam num dos esportes que crescem mais rápido nos Estados Unidos e no Canadá, bem como na Inglaterra, na França, na Alemanha Ocidental e no Japão. Divididos em dois grupos de 12, 15 ou 20 combatentes cada um, o objetivo do jogo é capturar a bandeira do grupo oponente.
Participam dele homens e mulheres de todas as camadas sociais — médicos, advogados, enfermeiras, secretárias, engenheiros de alta tecnologia, varejistas, e gente tanto do topo como da base da pirâmide empresarial. Vestindo uniformes camuflados, com o rosto sujo de lama ou pintado de marrom, preto e verde, todos os jogadores são reduzidos a um denominador comum — adultos de aparência grotesca participando dum jogo de guerra.
Equipados com pistolas e fuzis especialmente projetados que atiram cápsulas de gelatina, do tamanho duma bolinha de chiclete cheias de tinta vermelha solúvel em água, a uma velocidade de 75 metros por segundo, estourando com o impacto, cada jogador adquire a ominosa aparência dum veterano experiente do combate do Vietnã. O inconfundível sinal vermelho que parece escorrer de cada poro é indício tanto para os amigos como para os inimigos duma vítima morta. Uma vez que um jogador é atingido por um oponente, ele está “morto” durante o restante do jogo. Não há prisioneiros!
A guerra é uma coisa repugnante. É por isso que o cristão não deriva nenhuma emoção ou satisfação de simulá-la ou perpetuá-la, dramatizando-a. Em vez de se deleitar em participar em tais atos agressivos, o verdadeiro cristão se deleita no fato de que o Grandioso Criador, Jeová Deus, em breve fará “cessar as guerras até a extremidade da terra”. — Salmo 46:9; Isaías 2:4.
*** w85 15/3 p. 21 Por Dentro das Notícias ***
Citação:
Por Dentro das Notícias
“Só Uma Boa Brincadeira”?
“Repentinamente, avistei um movimento, um soldado inimigo. Agachei-me atrás duma árvore e mirei na minha metralhadora Uzi, aguardando o momento para um tiro certeiro. A adrenalina corria pelas minhas veias. Minhas têmporas pulsavam.” Essas eram as emoções intensas que dominavam este soldado. Daí, inesperadamente, sentiu do lado uma dor pungente. “Olhei e vi um líquido vermelho escorrendo do meu uniforme de camuflagem. Eu fora atingido. Tudo havia terminado para mim.”
Contudo, 20 minutos depois ele estava lutando novamente. Como é isso possível? simplesmente porque este soldado não fora atingido por uma bala de verdade. Estava participando dum jogo de guerra, num campo de batalha simulado — um dos muitos espalhados por toda a América do Norte — onde os fregueses pagam para lutar, veicula o The Express de Easton, Pensilvânia, EUA. Usando armas de ar comprimido, alugadas, modeladas segundo as metralhadoras Uzi israelenses, dois grupos oponentes procuram “matar” uns aos outros com cápsulas que espalham nos alvos tintura solúvel em água, eliminando do jogo os inimigos. O objetivo é capturar a bandeira do grupo inimigo. “É só uma boa brincadeira”, afirma um panfleto de publicidade.
Mas, Thomas Radecki, presidente da Coalizão Nacional Sobre a Violência na Televisão, afirma que diversos pesquisadores especialistas sobre os efeitos da agressão concordam unanimemente que “este jogo provavelmente aumentaria a tendência das pessoas para a fúria e a agressão em geral”. Quer isso seja verídico, quer não, poderiam cristãos genuínos participar nisso? As Escrituras admoestam-nos a ser ‘meigos para com todos’, não “atiçando competição entre uns e outros”. (2 Timóteo 2:24; Gálatas 5:26) Além disso, as palavras proféticas de Isaías 2:4, “nem aprenderão mais a guerra”, aplicam-se ao povo de Deus hoje. Estes evitam diversões que promovam mentalidade bélica, e “empenham-se pelas coisas que produzem paz”. — Romanos 14:19.
Pelo que o Pascoal publicou acho que dá comissão sim. Aliás daqui alguns dias irmãos que jogarem jogos de guerra ou de luta seja através do Paintball, do videogame ou do computador enfrenatrão tres anciaos amorosos na salinha.
Ai que medo! _________________ Pobre é o homem cuja vontade e desejos dependem da aprovação de outrem - Madonna
Nenhum jogo de guerra escapa as criticas da torre, nem mesmo o XADREZ !!!!!
Despertaaaaaaaiiiiiii 22/9 1973 :
Xadrez — que tipo de jogo é?
O TORNEIO mundial de xadrez, disputado na Islândia, no verão setentrional de 1972, criou súbito e amplo interesse pelo xadrez. Milhões começaram a falar sobre isso ou a jogá-lo.
(...)
Em alguns países, já existia grande interesse pelo xadrez. Sua popularidade na Rússia, exemplificando, rivaliza à do futebol no Brasil, ou do futebol americano ou do basquetebol nos EUA. Também na China, hsiang chi, a versão chinesa do xadrez, é um dos jogos favoritos daquele país.: Segundo noticiado, foram escritos mais livros sobre xadrez — quase 20.000 — do que sobre todos os outros jogos combinados!
Por que existe tanto interesse pelo xadrez? O que torna o jogo tão interessante para muitos?
Jogo Complexo de Perícia
(...)
Assim, então, é a diferença na mobilidade das várias peças que torna possível tremenda variedade de movimentos. Alguns afirmam que a complexidade do jogo e sua dependência da perícia do jogador tornam atraente o xadrez para aqueles cujo trabalho secular não está à altura de suas capacidades intelectuais. “No xadrez não existe o elemento sorte”, explica Burt Hochenterg, editor de Chess Life & Review (Vida e Revista do Xadrez). “Não se pode dizer que a bola pegou uma inclinação ruim.”
Jogo Altamente Competitivo
No entanto, jogar uma mente contra a outra, eliminado por completo o elemento sorte, tende a estimular um espírito de competição entre os jogadores de xadrez. Com efeito, o xadrez com freqüência se caracteriza como ‘LUTA intelectual’. Para exemplificar: comentou o destronado campeão mundial de xadrez, Boris Spassky: “Por natureza, não sinto um IMPULSO COMBATIVO. . . . Mas, no xadrez, é preciso ser um lutador, e, por necessidade, eu me tornei um.”
Isto ajuda a explicar por que não existem jogadoras de xadrez que estejam no topo da escada — os mais de oitenta grandes mestres de xadrez são todos homens. A atriz Silvia Miles observou a respeito disso: “Para ser um jogador profissional de xadrez é preciso ser um MATADOR. Se o espírito de competição das mulheres estadunidenses chegar alguma vez a se tornar tão forte assim, então eu acho que teremos algumas grandes jogadoras.”
O espírito de competição no xadrez poderá ser atiçado até se tornar febril, o que é refletido nas atitudes e linguagem dos jogadores de xadrez. “Não há comparação, em qualquer outro esporte, da tentativa de destruir o estado psicológico de seu oponente”, explica o jogador de xadrez Stuart Margiles. “Jamais ouvi alguém dizer que venceu seu oponente. Sempre ouvi que ele amassou, esmagou, liquidou ou acabou com ele.”.
Na verdade, os jogadores que conhecemos talvez não usem tal linguagem. Mas, mesmo assim, o espírito de competição entre os jogadores pode levar a conseqüências desagradáveis, como noticiou no verão setentrional de 1972 o Times de Nova Iorque: “A maioria das famílias conseguem restringir ao tabuleiro os inevitáveis conflitos que surgem nos jogos. Mas, em alguns lares, as tensões vão muito além do xeque-mate.”
Naturalmente, o xadrez não é, neste respeito, muito diferente de outros jogos competitivos. Os participantes que desejam agradar a Deus, sem considerar o jogo em que participam, precisam ter cuidado para não violarem o princípio bíblico: “Não fiquemos egotistas, atiçando competição entre uns e outros, invejando-nos uns aos outros.” — Gál. 5:26.
No entanto, há outra coisa a respeito do xadrez que merece consideração.
Relação com a Guerra
Estas são as conexões militares do jogo, que são óbvias. As forças oponentes são chamadas de “inimigo”. São “atacadas” e “capturadas”; o propósito sendo fazer o rei oponente “render-se”. Assim, Horowitz e Rothenberg afirmam em seu livro The Complete Book of Chess (O Livro Completo de Xadrez) sob o subtítulo “O Xadrez É Guerra”: “As funções designadas às [peças de xadrez], os termos usados para descrever tais funções, o objetivo último, a justificada brutalidade em se atingir o objetivo — tudo equivale à guerra, e nada menos.”
Aceita-se em geral que o xadrez pode ser remontado a um jogo realizado na Índia por volta de 600 E. C., chamado chaturança, ou jogo do exército. Os quatro elementos do exército indiano — carruagens, elefantes, cavalaria e infantaria — foram representados pelas peças que se desenvolveram através dos séculos em torres, bispos, cavalos e peões. Assim, o Times de Nova Iorque, de 31 de agosto de 1972, observou:
“O xadrez tem sido um jogo de guerra desde que se originou, há 1.400 anos atrás. O tabuleiro de xadrez tem sido uma arena de batalhas entre as cortes reais, entre exércitos, entre todas as sortes de ideologias conflitantes. A oposição mais familiar tem sido a criada na Idade Média, lançando-se um conjunto de rei, rainha, cavalos, bispos, torres e peões contra outro.
“Outros conflitos representados têm sido entre os cristãos e os bárbaros os estadunidenses contra os ingleses, os vaqueiros contra os Índios e os capitalistas contra os comunistas. . . . Relata-se que certo estilista estadunidense cria agora um conjunto que ilustra a guerra do Vietnam.”
Provável é que a maioria dos jogadores de xadrez moderno não se consideram como manobrando um exército em batalha. Todavia, não são óbvias as relações desse jogo com a guerra? A palavra para peão se deriva de uma palavra medieval latina que significa “soldado de infantaria”. Um cavaleiro era um soldado montado no período feudal europeu. Os bispos tomaram parte ativa em apoiar os esforços militares de seu lado. E as torres, ou castelos, lugares de proteção, eram importantes na guerra medieval.
Assim, Reuben Fine, jogador de xadrez de estatura internacional, escreveu em seu livro The Psycholopy of the Chess Player (A Psicologia do Enxadrista): “Mui obviamente, o xadrez é um substituto para a arte da guerra.” E a revista Time noticiou: “O xadrez se originou como jogo de guerra. É um adulto e intelectualizado equivalente às manobras realizadas pelos garotinhos com soldadinhos de brinquedo.”
Ao passo que alguns enxadristas talvez objetem a se fazer tal comparação, outros prontamente admitirão a similaridade. Com efeito, em certo artigo a respeito de perito enxadrista, observou o Times de Nova Iorque: “Quando o Sr. Lyman olha para um tabuleiro de xadrez, seus esboços quadriculados se dissolvem às vezes nas colinas e nos vales, e nas trilhas secretas de uma perseguição na floresta, ou no solo cheio de marcas duradouras de um campo de batalha inglês.”
Quando se consideram os movimentos complexos, à medida que exércitos oponentes no tabuleiro de xadrez confrontam-se em busca de posições, a pessoa se queda pensativa quanto a se o xadrez tem sido um fator no desenvolvimento da estratégia militar. Segundo V. R. Ramachandra Dikshitar, tem sido. Em seu livro War in Ancient India (A Guerra na Índia Antiga), ele examinou este assunto em profundidade, e concluiu: “Os princípios do xadrez forneceram idéias para o desenvolvimento progressivo dos métodos e constituintes do exército.”
A Necessidade de Cautela
Alguns enxadristas reconhecem o perigo que pode resultar de jogar xadrez. Segundo The Encyclopædia Britannica, o reformador religioso “John Huss . . . quando na prisão, deplorou ter jogado xadrez, por ter perdido tempo e ter corrido o risco de ficar sujeito a paixões violentas.”
O extremo fascínio do xadrez pode resultar em consumir grande quantidade de tempo e atenção, com a exclusão de assuntos mais importantes, evidentemente uma razão de Huss ter lamentado ter jogado xadrez. Também, ao se jogar xadrez, corre-se o perigo de ‘atiçar competição entre uns e outros’, até mesmo de se desenvolver a hostilidade de uns para com outros, algo que a Bíblia avisa os cristãos para evitar.
Daí, então, os adultos talvez não considerem que seja correto que as crianças brinquem com brinquedos de guerra, ou com jogos de natureza militar. Será coerente, então, que tais adultos participem num jogo que se notabiliza, na opinião de alguns, como ‘equivalente intelectualizado às manobras realizadas pelos garotinhos com soldadinhos de brinquedo’? Que efeito tem realmente sobre a pessoa o jogo de xadrez? Terá um efeito saudável?
Por certo, o xadrez é um jogo fascinante. Mas, há perguntas a respeito dele que cada um que joga xadrez fará bem em considerar."
Peço desculpas se estou um pouco fora do tema do paintball ...mas so chamei a atenção para este artigo porque a TORRE chega a ser patetica com os seus argumentos de comparação com a guerra literal e salientando a combatividade "matadora" de um jogador de xadrez
pascoalnaib Administrador do Fórum Usuário: OffLine
Registrado: 21/05/07 Mensagens: 4610 Localização: Fortaleza - CE
Nossa. Mas e se a pessoa não tem nem uma maldade no coração!
Tipo: Nunca mataria alguém....ou pegaria em uma arma.
Apenas quer se divertir...
então quer dizer que atirar com arma de ar para derrubar alguma coisa
em algum parque de diversão tb não pode???
Sempre achei isso ridículo. Tanto é que já joguei paintball, a diferença é que não contei pra ninguém. Meus jogos preferidos no PC sempre foram de tiro (Doom, Quake, Medal of Honor etc).
Certa vez recebi um N4 sobre videogames violentos e me recusei a fazer. Disse que me sentiria um hipócrita falando contra e pedi pra trocar. Ninguém reclamou.
Foi mostrado nas publicaçoes aí citadas que o CG não aprova.
Mas queria saber como os anciãos lidariam com isso na prática???
fariam uma comissão ou apenas um puxão de orelha? rs
Não levaria.
A menos que a pessoa seja diversas vezes repreendida e não demonstre vontade de retroceder nesse ato. Isso configuraria condulta desenfreada.
O que pode levar a desassociação é, basicamente, fornicação (o que inclui adultério), roubo, assassinato, idolatria, apostasia e falta de neutralidade. _________________ Nada pode perturbar mais do que "olhar para fora e aguardar de fora respostas a perguntas a que talvez somente seu sentimento mais íntimo possa responder na hora mais silenciosa."
Registrado: 05/06/08 Mensagens: 224 Localização: SPaulo - Brasil
Enviada: Sáb Set 13, 2008 3:42 pm Assunto:
Spawn escreveu:
Foi mostrado nas publicaçoes aí citadas que o CG não aprova.
Mas queria saber como os anciãos lidariam com isso na prática???
fariam uma comissão ou apenas um puxão de orelha? rs
abraços
Teve um pessoal que saltou de paraquedas e filmou.
Levaram um puxão de orelha e a recomendação de não ficarem mostrando o filme para os outros.
Os anciãos fazem uso "político" de certos fatos. Quando não querem designar alguém para algo, usam essas picuinhas como desculpa.
Muitos jovens (os encostados) vinham me perguntar o que fazer para ser designado SM, com medo de perguntar diretamente para meu pai. Por exemplo, um deles não era designado porque visitava muito outras congregações... _________________ The less you know the more you believe...
“Uma verdade apresentada pelo próprio Satanás é tão verdadeira quanto uma verdade declarada por Deus.... Aceite a verdade onde quer que a encontre, não importa o que ela contradiga.” Charles Taze Russell
Foi mostrado nas publicaçoes aí citadas que o CG não aprova.
Mas queria saber como os anciãos lidariam com isso na prática???
fariam uma comissão ou apenas um puxão de orelha? rs
abraços
Teve um pessoal que saltou de paraquedas e filmou.
Levaram um puxão de orelha e a recomendação de não ficarem mostrando o filme para os outros.
Os anciãos fazem uso "político" de certos fatos. Quando não querem designar alguém para algo, usam essas picuinhas como desculpa.
Muitos jovens (os encostados) vinham me perguntar o que fazer para ser designado SM, com medo de perguntar diretamente para meu pai. Por exemplo, um deles não era designado porque visitava muito outras congregações...
Isso que você citou, vale um tópico... Histórias de picuinhas politicas de anciosos do satanás.
vejam o que tem na sentinela de 89 que o pascoal citou:
A guerra é uma coisa repugnante. É por isso que o cristão não deriva nenhuma emoção ou satisfação de simulá-la ou perpetuá-la, dramatizando-a. Em vez de se deleitar em participar em tais atos agressivos, o verdadeiro cristão se deleita no fato de que o Grandioso Criador, Jeová Deus, em breve fará “cessar as guerras até a extremidade da terra”. — Salmo 46:9; Isaías 2:4.
dá pra acreditar? parece brincadeira, nada mais do que o corpo governante tirando onda com os fiéis, a bíblia diz que jeová teria causado milhões de guerras (no velho testamento, depois ele ficou bonzinho) ou seja, guerras são algo repugnante, vamos adorar ao deus que faz o que a gente mais odeia: guerras! afinal, são contra os mundanos, que devemos odiar
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