Enviada: Dom Ago 03, 2008 9:48 pm Assunto: Torre reconhece que alterou a Bíblia
Ops... é verdade.... Claro que é aquela verdade que eles fazem para explicar e ninguém perceber.... e depois fica lá....
Está na Sentinela de Agosto/08 (infelizmente não tenho scanner), pagina 18 a 22 - O nome de Jeová deve aparecer no Novo Testamento?
Resumidamente diz que foram incluídas 237 vezes no nome de Jeova. Dizem que as traduções existentes tinham trocado por Senhor e que eles "entenderam" que o correto era com o nome!!!! ELES ALTERARAM MESMO A BÍBLIA....
Gente, isso é muito sério e tem que ser explorado!!!! Tem mesmo!!!! Como é que podem usar o argumento de que a "Jeova permitiu que a biblia chegasse aos nossos tempos", se a biblia que chegou aos nossos tempos, sem o nome de Jeova, foi alterada por eles?????
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Enviada: Dom Ago 03, 2008 9:57 pm Assunto:
É preciso que fique claro que não são as traduções que retiraram o nome de Deus do NT. Nos mais de 5000 manuscritos que existem do NT, que são os "originais" (na verdade cópias dos originais) nenhum tem o nome Jeová; pois já nos tempos de Jesus o nome de Deus não era mais pronunciado entre os judeus, devido ao medo de usar o nome de Deus em vão; mas todas as vezes em que eles se referiam a Deus usavam o termo SENHOR. O próprio Jesus não usou o nome de Deus em nenhum momento. Hoje em dia os judeus usam a expressão o Eterno ou Hashem (que quer dizer o nome).
Assim as TJs realmente adulteraram a bíblia, inserindo o nome de Deus no NT.
a STV já afirmou isso anteriormente. Na p´ropria Bíblia da STV tem no apêndice a relação de todos os 237 textos do NM que ela trocou para "Jeová".
A brochura "Nome Divino" publicada por volta de 1984 já mostrava:
*** na p. 23 O nome de Deus e o “Novo Testamento” ***
No caso das Escrituras Gregas Cristãs, o “Novo Testamento”, a situação é diferente. Manuscritos do livro de Revelação, ou Apocalipse, (o último livro da Bíblia), contêm o nome de Deus em sua forma abreviada, “Jah”, (na palavra “Aleluia”). Mas, fora disso, nenhum antigo manuscrito grego dos livros de Mateus a Revelação hoje disponível contém o nome de Deus por extenso. Significa isso que o nome não devia figurar ali?
Eu sou da idéia de que as versões do Novo Testamento devem ser as mais próximas dos manuscritos disponíveis e não dos que a religião gostaria que fosse.
Estou pasma, não se deve acrescentar nada na Bíblia, isto é muito sério. Se Jesus não usou o nome divino pq nós deveríamos usá-lo? _________________ A verdade conduz à liberdade.
pascoalnaib Administrador do Fórum Usuário: OffLine
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Enviada: Seg Ago 04, 2008 1:03 am Assunto:
Anita escreveu:
Estou pasma, não se deve acrescentar nada na Bíblia, isto é muito sério. Se Jesus não usou o nome divino pq nós deveríamos usá-lo?
Boa pergunta Anita...e outra coisa que até já tinha comentado uma vez...quem é pai ou mãe vai concordar comigo...vcs preferem seus filhos se dirigindo a vcs como:
Anita ou Mãe Anita...ou Mãe, mãezinha, mainha???
Pascoal ou Pai Pascoal...ou Pai, painho ou paizinho?
Para mim não existe coisa mais sincera e linda do que esses termos: paizinho, painho....obviamente chamar a Deus de Pai se torna mais humano e sincero que dizer...Jeová...minha opinião! _________________ Estamos de mudança...acessem:
http://extestemunhasdejeova.net/forum/portal.php
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Enviada: Seg Ago 04, 2008 8:48 am Assunto:
A própria STV reconhece que não tem como saber a verdadeira pronúncia do tetragrama YHVH, devido ausência de vogais.
O nome Jeová, originou-se séculos depois, da junção da palavra E-DO- NAY e YHVH , como também E - loim para facilitar a pronúncia, já que pelo fato dos judeus não pronunciarem o nome de Deus pelo medo de quebrar o mandamento de não falar o nome de Deus em vão. Na verdade, é como se o homem desse um nome a Deus, Jeová, Javé, Iahveh. _________________ Quanto a estes pequeninos que crêem em mim, se alguém for culpado de um deles me abandonar, seria melhor que essa pessoa fosse jogada no mar, com uma grande pedra amarrada no pescoço. Marcos 9:32
Registrado: 13/07/08 Mensagens: 230 Localização: Rio de Janeiro
Enviada: Seg Ago 04, 2008 9:17 am Assunto:
Como o tetagrama transformou-se em 'Jeová'?
Início
Conforme já explicamos, o alfabeto hebraico não dispunha de símbolos vocálicos. Porém, por volta do 4o. século DC, um grupo de peritos judeus chamados massoretas, acrescentaram - não letras - mas pontos vocálicos aos caracteres hebraicos, de modo a padronizar a pronúncia. Para facilitar o entendimento do leitor, faremos uma analogia com a frase 'ontem fez sol'. Se lermos a sentença sem as vogais, temos:
ntm fz sl
Repare o leitor que a expressão, grafada dessa maneira, lança incerteza quanto à correta pronúncia das palavras. O termo 'sl', por exemplo, dá margem a múltiplas interpretações - alguém poderia tomá-lo como significando 'sal', 'sol' ou 'sul'. A menos que a pessoa estivesse previamente familiarizada com o contexto ou com a pronúncia original, não teria como reconstituir a sentença com precisão. Por outro lado, se tivéssemos de deduzir aleatoriamente que vogais estariam faltando em sentenças como a acima, nossa tentativa de reconstrução do texto original - com grande probabilidade - resultaria em uma deturpação de seu sentido. A mesma dificuldade haveria com relação à pronúncia do nome divino para as pessoas que não pertencessem à comunidade judaica dos tempos pré-cristãos. Esta condição permaneceu durante séculos - enquanto cópias do Antigo Testamento eram feitas - e estendeu-se até a primitiva era cristã. Ilustrando agora o que os massoretas fizeram nos séculos seguintes, apliquemos, na nossa frase de exemplo, as vogais na forma de 'pontos':
ontem fez sol
Agora a pronúncia está clara. Todavia, a analogia que propusemos é limitada, visto que informamos de antemão ao leitor qual era a expressão original. Bem diferente era a situação dos massoretas do 4o. século - no caso deles, somos levados a perguntar: tendo eles introduzido seus sinais vocálicos em uma época em que a pronúncia do nome já era obscura, como escolheram os pontos vocálicos? Se eles próprios não conheciam o som original - e, mesmo que o conhecessem, teriam escrúpulos quanto a representá-lo graficamente -, quais vogais introduziriam, afinal? A obra Theological Wordbook of the Old Testament [Dicionário Teológico do Velho Testamento], 1980, Vol. 1, p. 13, elucida o mistério:
"Para evitar o risco de tomar o nome de Deus... em vão, judeus devotos começaram a substituir o nome próprio pela palavra ['adonay']. Embora os massoretas deixassem as quatro consoantes originais no texto, acrescentaram as vogais 'e'... e 'a' para lembrar o leitor de pronunciar 'adonay', sem considerar as consoantes." (negrito acrescentado)
Vemos, assim, que os massoretas tinham de tomar uma decisão: reproduzir o tetragrama hebraico em forma pura ou simplesmente transcrever, em seu lugar, o vocábulo adonay (kyrios em grego) - consagrado há séculos e bem conhecido do público ao qual o texto se destinava. Na primeira hipótese, teriam um sentimento de fidelidade ao texto hebraico primitivo, porém a inteligibilidade da cópia sofreria; na segunda hipótese, priorizava-se a compreensão da palavra, aceitando-se como preço o desvio do texto original. Os massoretas preferiram adotar, para este impasse, uma solução intermediária, a saber, a criação de uma palavra híbrida - resultado da intercalação das consoantes de um nome, cuja pronúncia havia se perdido séculos antes, com as vogais de um substitutivo amplamente consagrado pela tradição judaica. As consoantes eram oriundas do tetragrama hebraico e os sinais vocálicos, da expressão ED - ON - AY (correspondente a adonay ou 'Senhor') e Elohim ('Deus'), as quais, diferentemente do nome divino, foram traduzidas para o grego. O resultado final foi:
Como o leitor daqueles tempos lia a palavra acima? Segundo a obra há pouco mencionada, ao deparar-se com a expressão criada pelos massoretas, ele pronunciava, em sua língua, 'Senhor', já que a pronúncia literal não faria sentido algum. Em outros palavras, estamos diante de um circunlóquio, ou seja, uma expressão pronunciável que substitui uma outra impronunciável. É importante que guardemos este conceito, pois voltaremos a tratar dele mais adiante.
O livro ajuda ao Entendimento da Bíblia - publicado pelas Testemunhas de Jeová -, pp. 884,885 (em inglês), diz:
"Por combinar os sinais vocálicos de 'Adonay' e 'Elohim' com as quatro consoantes do tetragrama, as pronúncias 'Yehowah' e 'Yehowih' foram formadas. A primeira destas proveu a base para a forma latinizada 'Jeova(h)'. O primeiro registro de uso dessa forma data do século 13 DC. Raimundus Martini, um monge espanhol da Ordem Dominicana, a usou..." (negrito acrescentado)
Perceba o leitor que o primeiro uso do nome hoje adotado pelas Testemunhas de Jeová não começou com a igreja cristã primitiva. Formou-se mais de um milênio após o surgimento dela, por intermédio de um monge católico. Como trata-se de uma palavra híbrida - a aglutinação das consoantes 'Y-H-V-H' (oriundas do tetragrama) com as vogais 'e-o-a' (retiradas do termo 'Senhor' em hebraico) -, concluímos que apenas a porção consonantal da tradução do nome original poderia estar sendo pronunciada hoje pelas Testemunhas de Jeová, pois a porção vocálica pertence a um substitutivo. Querendo ou não, isto significa que, pelo menos em parte, aquele substitutivo - 'Senhor' - ainda é usado por elas. Em outras palavras, o vocábulo 'Jeová', em si mesmo, é um circunlóquio, oriundo da combinação de duas palavras de sentidos e pronúncias diferentes. Equivaleria a combinar as consoantes do nome 'B-a-a-l' (deidade dos antigos caldeus) com as vogais da palavra 'S-e-n-h-o-r'. O resultado seria 'Belo', uma palavra com pronúncia e sentido totalmente distintos das anteriores. Com efeito, a intenção dos massoretas do 4o. século não era a de remeter o leitor à pronúncia original - até porque isso seria impossível àquela altura -, mas tão-somente o de induzi-lo a pronunciar "Senhor" diante do tetragrama, como já era o costume secular. A preservação das consoantes hebraicas visava, basicamente, a manter a fidelidade ao Antigo Testamento. Diante do exposto, não podemos concluir senão que os editores da TNM insistem hoje - em nome da reverência a Deus - no uso do amálgama YHVH/adonay, um código cuja pronúncia literal não fazia qualquer sentido para os judeus do 1o. século, tendo sido introduzida por um monge da Ordem Dominicana, no século 13.
Em confirmação a esta conclusão, vejamos como algumas respeitadas obras seculares definem o nome 'Jeová':
"Leitura falsa do hebraico, Jahweh." - Dicionário Colegial Webster
"Forma errônea do nome do Deus de Israel" - Enciclopédia Americana
"A pronúncia Jehovah é um erro resultante entre cristãos por combinar as consoantes de IHVH com as vogais de Adonay." - Enciclopédia Britânica
"Palavra mal pronunciada do hebreu IHVH, nome de Deus. Esta forma é gramaticalmente impossível. A forma Jehovah é uma impossibilidade filológica." - Enciclopédia Judaica
"Erro de pronúncia do tetragrama, ou palavra de quatro letras do nome de Deus... a palavra Jehovah, portanto, é erroneamente lida; para esta não há garantia e não faz sentido em hebraico." - A Enciclopédia Judaica Universal
"É uma forma artificial" - Dicionário dos Intérpretes da Bíblia
"Jeová, nome do Deus do povo hebreu, conforme erroneamente transliterado do texto massorético hebraico... Os tradutores do hebraico, não percebendo o que os escribas tinham feito, leram a palavra do modo como foi escrita, considerando os sinais vocálicos como intrínsecos ao nome de seu Deus, ao invés de um mero lembrete para não pronunciá-lo." - Enciclopédia Encarta (1999)
Existem, até hoje, controvérsias quanto à correta pronúncia de , havendo algumas alternativas como Javé, Iavé etc., todas elas gramaticalmente possíveis. Todavia, a forma correta - qualquer que seja ela - não pode ser aquela eleita pela Sociedade Torre de Vigia, já que, como vimos, tal termo provém de um erro grosseiro de leitura, o qual tornou-se tradicional. Segundo alguns peritos em línguas mortas, há evidências fortes em favor da forma Iahweh - amplamente utilizada, por exemplo, na Bíblia de Jerusalém (1973). No entanto, a Sociedade Torre de Vigia justifica a adoção da forma 'Jeová' por ser ela "há muito aceita" (TNM, p. 6). De fato, no apêndice 1A da TNM, a comissão tradutora reconhece que sua tradução "continua a usar a forma Jeová, por causa da familiaridade das pessoas com ela já por séculos" (p. 1501). Dito de outra forma, o emprego da palavra, bem como sua introdução na TNM, foram alicerçados na 'tradição' - uma prática já qualificada pela Sociedade como uma das 'contaminações' que 'infestam' outras traduções da Bíblia. Deveras, as tradições têm muita força. Para ilustrar, seria bem pouco provável, após todos estes anos, que o movimento religioso "Testemunhas de Jeová" subitamente alterasse seu nome para "Testemunhas de Iavé", caso estudos mais recentes apontassem com boa margem de confiança para esta forma, ao invés daquela preferida e consagrada entre seus membros desde os anos 30. A tradição continua a ter um relevante papel na cultura cristã atual, assim como tinha para os cristãos do primeiro século.
Confrontados com estes fatos, os editores da TNM enfatizam o aspecto da intenção, colocando a questão técnica da pronúncia em um plano secundário ("O Nome Divino que Durará para Sempre", 1984, p.7). Neste caso, vêm à tona algumas indagações: não é o uso do tetragrama pelos cristãos na atualidade, em si mesmo, uma questão técnica? Por outro lado, manifesta aquele que usa a forma 'Jeová' sentimentos melhores ou mais nobres do que aquele que usa as formas 'El-Shadday', 'Senhor' ou simplesmente 'Deus'? Não têm ambos a mesma intenção? Não têm em mente o mesmo ser, ou seja, o Deus Todo-Poderoso? Um segundo argumento de que a Sociedade Torre de Vigia lança mão é o de que 'Senhor' e 'Deus' não passam de títulos - há muitos 'senhores' ou deuses' (livro "Ajuda ao Entendimento da Bíblia" , p. 847). Todavia, esta é uma sutileza idiomática, pois, segundo o perito alemão Gesenius, na língua hebraica, a palavra 'adonay' - vertida em português como 'Senhor' - é aplicada exclusivamente a Deus. Em outras palavras, os judeus haviam criado uma forma alternativa, porém não comum, para o tetragrama. Ainda hoje, eles manifestam enorme reverência para com ela, reservando-a para ocasiões especiais - no cotidiano, preferem referir-se a Deus pela expressão "O Nome" ("ha'Shem"). Os termos para 'senhor' no sentido comum são adhoni ou adhon. Na própria Bíblia há exemplos do uso destes termos em sentido geral (o relato em I Samuel 1: 15, 26 é um deles), contrastando nitidamente com as passagens dirigidas a Deus. Eis aí a chave do problema - três palavras diferentes, mas uma só tradução. Para contornar o obstáculo lingüístico, muitos tradutores vertem o nome em versalete - 'SENHOR' -, indicando um termo específico na língua original. Quanto à forma hebraica plural 'Elohim', traduzida 'Deus' (embora, ao pé da letra, signifique 'deuses'), há um problema semelhante, pois ela não ocorre em qualquer outra língua semítica, nem mesmo no aramaico. Ademais, no primeiro capítulo de Gênesis, Deus é identificado apenas por este termo. Embora 'Elohim' raramente seja aplicado a deidades pagãs no Antigo Testamento, a forma como isso é feito difere significativamente - o vocábulo é seguido de verbo no plural, ao passo que, quando aplicado a Deus, o verbo ocorre no singular. Trata-se, pois, de uma construção bem peculiar, imperceptível em outras línguas. Diante destes aspectos, não é de estranhar que os tradutores modernos não se sentissem perturbados pelo uso dos termos correspondentes, 'Senhor' e 'Deus' - ambos consagrados pelos primitivos cristãos. No entanto, a comissão tradutora da TNM condena, de forma veemente, esta prática:
"A maior indignidade que tradutores modernos causam a Autor divino das Escrituras Sagradas é a ocultação desse seu peculiar nome pessoal... Por usarmos o nome 'Jeová', apegamo-nos de perto aos textos da língua original e não seguimos a prática de substituir o nome divino... por títulos tais como 'Senhor', 'o Senhor', 'Adonai' ou 'Deus'. (TNM, p. 1501)
São razoáveis as palavras acima? Foram os tradutores realmente 'indignos' ao traduzirem o nome divino por 'Deus' ou 'Senhor'? 'Apegou-se', de fato, aos textos da língua original a comissão tradutora da TNM por traduzir uma forma híbrida do tetragrama para uma forma popularmente aceita em uma língua gentia? Agiu ela de modo mais louvável do que os antigos copistas das Escrituras Sagradas, bem como outras comissões tradutoras de inúmeras versões da Bíblia? Um exame minucioso das evidências arqueológicas poderá lançar uma luz sobre o assunto.
Antes de prosseguirmos, é importante enfatizarmos nosso objetivo: aferir o uso ou não do tetragrama pelos escritores do Novo Testamento. Onde procuraremos a resposta? Em nossas preferências teológicas? Em nossas convicções pessoais? Em nossa própria interpretação da Bíblia? Não, mas no inteiro conjunto de evidências arqueológicas de que dispomos. Cremos que, se o tetragrama estava presente no texto cristão, não é correto retirá-lo, mas, se não estava, não é correto inseri-lo. _________________ Quanto a estes pequeninos que crêem em mim, se alguém for culpado de um deles me abandonar, seria melhor que essa pessoa fosse jogada no mar, com uma grande pedra amarrada no pescoço. Marcos 9:32
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Enviada: Seg Ago 04, 2008 2:17 pm Assunto:
Apostolakis,
O texto da Sentinela é no mínimo impreciso, para não dizer enganoso, ao bom estilo TJ de escrever, ao tentar jogar a culpa em tradutores. Vou repetir - Não tem nada haver com tradução. Não foi, por exemplo, João Ferreira de Almeida e tdods os demais tradutores que retiraram o nome de Deus do NT. Em todos os mais de 5000 manuscritos gregos do NT que existem hoje não há o nome de Deus no NT. Até por que se tivesse o nome de Deus, saberíamos qual é a pronuncia, pois no grego há vogais; nem há o tetragrama.
O que a STV na verdade quer dizer e especula é que os primeiros copistas, ao fazerem cópias do NT retiraram propositalmente o nome de Deus destes textos e substituiram por Senhor. Mas na verdade não existe nenhum, repito nenhum manuscrito do NT que tenha o nome de Deus, que tenha chegado aos nossos tempos. Então das duas uma, ou a STV está errada e nunca houve o nome de Deus no NT; ou todas as copias manuscritas do NT que chegaram até nós estão corrompidas e nenhum dos manuscritos originais em que havia o nome de Deus 237 vezes, segundo as TJs, sobreviveu até os nossos tempos; e se os manuscritos estão adulterados neste ponto o que agarante que estejam fiéis nos demais pontos? Assim a conclusão que leva o argumento das TJs é que não se pode confiar na bíblia pois os manuscritos foram adulterados.
E a STV tambem não explica que ela não colocou o nome de Jeová apenas nas citações do AT, mas em vários outros pontos, como em Apoc. 1:8, que não é citação do AT, e na verdade se refere a Jesus, como discutido em outro tópico.
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Enviada: Seg Ago 04, 2008 4:27 pm Assunto:
Edmilson,
sei que voce não gosta da tradução do novo mundo,porém me explica uma coisa.
Os adventista não gostam da tradução JFA VERSÃO CORREGIDA, dizem eles que ao se corrigir alteraram a versão. para eles a melhor tadução e a JFA não corrigida.
Ou seja são a mesma tradução, mas com muitas incoerências.
Como pode vocÊ criticar a TNM quando as traduções JFA ENTRAM EM CONFLITO _________________ “Uma grande civilização não pode ser conquistada por fora, antes de se destruir por dentro”
--Will Durant--
Está de acordo com a minha teoria de que o YHWH, como a correta e devida pronúncia, cumpriu seu objetivo por algum tempo no Antigo Testamento, até para diferenciar o Deus verdadeiro dos demais. Certamente, se fosse importante a preservação do nome, Deus o teria preservado e ningúem seria capaz de fazê-lo cair no esquecimento.
Acho que o próprio Cristo nos deu o exemplo da melhor maneira de chamarmos o único Deus verdadeiro: chamando-o de Pai! Ora, ele veio para nos reconciliar com Deus, e mediante a fé no seu sangue, passamos a ser adotados como filhos de Deus, nosso Pai.
Infelizmente, os líderes TJ´S inventaram essa história de que somente uma classe de ungidos são filhos de Deus, fazendo com que milhões de pessoas sinceras fiquem contentes de ser apenas servos de Jeová. Antes, em nosso período de total cegueira não percebíamos o fato de não sermos cristãos à maneira dos nossos irmãos da igreja primitiva.
Ou seja, os "veínhos de brukin" aprontaram mais essa, dentre tantas outras coisas que inventaram. _________________ Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; (Atos 2:38)
Registrado: 01/03/08 Mensagens: 359 Localização: São Paulo
Enviada: Seg Ago 04, 2008 5:59 pm Assunto:
Igreja de Jesus escreveu:
Concordo com Pascoal,
Está de acordo com a minha teoria de que o YHWH, como a correta e devida pronúncia, cumpriu seu objetivo por algum tempo no Antigo Testamento, até para diferenciar o Deus verdadeiro dos demais. Certamente, se fosse importante a preservação do nome, Deus o teria preservado e ningúem seria capaz de fazê-lo cair no esquecimento.
Acho que o próprio Cristo nos deu o exemplo da melhor maneira de chamarmos o único Deus verdadeiro: chamando-o de Pai! Ora, ele veio para nos reconciliar com Deus, e mediante a fé no seu sangue, passamos a ser adotados como filhos de Deus, nosso Pai.
Infelizmente, os líderes TJ´S inventaram essa história de que somente uma classe de ungidos são filhos de Deus, fazendo com que milhões de pessoas sinceras fiquem contentes de ser apenas servos de Jeová. Antes, em nosso período de total cegueira não percebíamos o fato de não sermos cristãos à maneira dos nossos irmãos da igreja primitiva.
Ou seja, os "veínhos de brukin" aprontaram mais essa, dentre tantas outras coisas que inventaram.
Concordo com Vc Igreja de Jesus; (Finalmente algum ponto que concordamos) :-) Gostei da sua teoria e acho que está em harmonia com o ensino bíblico.
Apostolakis,
Existem atualmente umas 5 traduções bíblicas que usam o nome de JFA. Certamente ele só traduziu uma delas e as outras usam o nome de JFA inapropriadamente, apropriando-se do bom nome que ele tem.
Na verdade a única tradução que realmente pode ser chamada de JFA é a Almeida Corrigida e Revisada, Fiel aos originais (ACF); baseada no texto receptus. A diferença desta bíblia para a versão que o JFA traduziu é apenas correções ortográficas, e retirada de palavras arcaicas que não são mais usadas na língua portuguesa e substituição pela palavra correspondente atual.
A Almeida Revista e Atualizada é baseada no texto grego de Westcott-Hort, lançado em 1880 (baseado nos manuscritos sinaítico e vaticano); e certamente não foi traduzida por JFA que faleceu em 1691. As demais versões conhecidas como Almeida Revista e Corrigida; Almeida edição contemporânea e Almeida revisada baseada nos melhores textos são traduções mistas em que se baseia a maior parte no texto receptus e outra parte menor no texto crítico.
A TNM tambem é baseada no texto critico de Westcott-Hort, sendo mais semelhante a Almeida Revista e Atualizada.
Não sei a que se refere quando fala que os adventistas preferem a versão não corrigida - qual seria esta?
Registrado: 09/07/08 Mensagens: 332 Localização: Do céu
Enviada: Seg Ago 04, 2008 6:18 pm Assunto:
Edmilson escreveu:
Não sei a que se refere quando fala que os adventistas preferem a versão não corrigida - qual seria esta?
Abs
Edmilson, desculpa, isso não sei dizer-te,apenas disse o que um pastor adventista me disse, eu também fiquei supreso,e como você é envangelico te fiz essa pergunta.
Agora esta é aminha opinião. Tirando o facto de que STV colocou algumas coisas para apoiar os seus ensinos eu acho que a TNM tem um portugues mais correto para os dias de hoje.
A titulo de exemplo o texto 2 Timóteo 3:2
TNM - Pois os homens serão amantes de si mesmos, amantes do dinheiro, pretensiosos, soberbos, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, desleais,
JFA - Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos
Ao dizer a TNM pais, já sabemos que é aos dois marido e mulher´. Dizer pais e mães não soa lá muito bem.
quem diz isto diz por ex.: TNM diz coisas a JFA diz cousas.
entendes ao que eu me refiro , portugues correto. _________________ “Uma grande civilização não pode ser conquistada por fora, antes de se destruir por dentro”
--Will Durant--
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