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Sexo Oral no casamento - permitido?
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nycnyc
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 2:54 pm    Assunto: Sexo Oral no casamento - permitido? Responder com citação

Uma vez ouvi dizer que o sexo oral não era algo bem visto entre os TJ´s, mesmo dentro do casamento.
Um irmão (que hj está desassociado, acredito) me disse q isso era questão de consciencia, que deviam avaliar se era bem visto aos olhos de Deus...

Qual o conceito a respeito disso na verdade??? É realmente proibido?
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Joker
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 2:57 pm    Assunto: Responder com citação

Sexo Oral é Porneia

LOOOOGO

Passivel de Desassociação, isso saiu ano passado se não me engano, os livros novos Jovens Perguntam II e o Mantenha-se no Amor deve ter algumas informações mais detalhadas
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nycnyc
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 3:19 pm    Assunto: Responder com citação

LOGO???
Nao entendi...
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Joker
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 3:23 pm    Assunto: Responder com citação

w06 15/07 pg. 29-31

Perguntas dos Leitores

Pode uma pessoa ser desassociada da congregação cristã por praticar impureza, assim como acontece no caso de fornicação ou de conduta desenfreada?

Sim, a pessoa pode ser expulsa da congregação se, sem arrependimento, pratica quer fornicação, quer certos graus de impureza, quer conduta desenfreada. O apóstolo Paulo cita esses três pecados junto com outras transgressões que podem resultar em desassociação, quando escreve: ‘As obras da carne são manifestas, as quais são fornicação, impureza, conduta desenfreada. Aviso-vos de antemão: “Os que praticam tais coisas não herdarão o reino de Deus.”’ — Gálatas 5:19-21.

Fornicação (do grego porneía) refere-se a relações sexuais ilícitas fora do casamento aprovado pelas Escrituras. Inclui adultério, prostituição e relações sexuais entre pessoas não-casadas, bem como sexo oral e anal e a manipulação sexual dos órgãos genitais de alguém com quem a pessoa não é casada. A pessoa que sem se arrepender pratica a fornicação não tem lugar na congregação cristã.

Conduta desenfreada (do grego asélgeia) denota “licenciosidade; libertinagem; conduta desavergonhada; lascívia”. O The New Thayer’s Greek-English Lexicon (Novo Léxico Grego-Inglês, de Thayer) define esse termo grego como “concupiscência descontrolada, . . . ultraje, falta de vergonha, insolência”. De acordo com outro léxico, conduta desenfreada é um tipo de comportamento que “viola todos os limites do que é socialmente aceito”.

Como mostram as definições acima, “conduta desenfreada” envolve dois elementos: (1) a conduta em si é uma violação grave das leis de Deus e (2) a atitude do errante é desrespeitosa, insolente.

Portanto, “conduta desenfreada” não se refere à má conduta de natureza menor. Ela diz respeito a atos que constituem violações sérias das leis de Deus e que refletem uma descarada ou atrevida atitude de desrespeito — um espírito que revela desconsideração, ou mesmo desprezo, por autoridade, leis e normas. Paulo relaciona a conduta desenfreada com relações sexuais ilícitas. (Romanos 13:13, 14) Visto que Gálatas 5:19-21 alista a conduta desenfreada entre várias outras práticas pecaminosas que desqualificariam a pessoa para herdar o Reino de Deus, ela é base para repreensão e, possivelmente, para desassociar alguém da congregação cristã.

Impureza (do grego akatharsía) é o mais amplo dos três termos traduzidos por “fornicação”, “impureza” e “conduta desenfreada”. Ela inclui impureza de qualquer tipo — em assuntos sexuais, na linguagem, nas ações e nos relacionamentos espirituais. “Impureza” abrange uma ampla variedade de pecados sérios.

Conforme registrado em 2 Coríntios 12:21, Paulo refere-se a pessoas que ‘pecaram, mas não se arrependeram de sua impureza, fornicação e conduta desenfreada’. Visto que “impureza” é alistada junto com ‘fornicação e conduta desenfreada’, certos graus de impureza justificam uma ação judicativa. Mas impureza é um termo amplo que inclui coisas que não são de natureza jurídica. Assim como uma casa pode estar um pouco suja ou totalmente imunda, existem graus de impureza.

De acordo com Efésios 4:19, Paulo disse que alguns indivíduos haviam ficado “além de todo o senso moral” e “entregaram-se à conduta desenfreada para fazerem com ganância toda sorte de impureza”. Assim, Paulo coloca a prática da ‘impureza com ganância’ na mesma categoria que a conduta desenfreada. Uma pessoa batizada que, sem se arrepender, pratica ‘com ganância a impureza’ pode ser expulsa da congregação por causa de crassa impureza.

Suponha que um casal de noivos se envolva, em várias ocasiões, em pesadas carícias apaixonadas. Os anciãos poderão determinar que, embora o casal não manifeste insolência que se caracterize como conduta desenfreada, há certa medida de “ganância” na sua conduta. Assim, os anciãos poderão tomar ação judicativa, pois o caso envolve crassa impureza. A crassa impureza pode também ser uma base apropriada para lidar com o caso de uma pessoa que repetidamente se envolve em telefonemas de cunho explicitamente sexual com outra pessoa, em especial se ela já foi aconselhada sobre isso.

Os anciãos precisam ter discernimento ao fazer tais julgamentos. Para determinar se é preciso uma ação judicativa, eles devem analisar com cuidado o que realmente aconteceu e a extensão do ocorrido. Não é o caso de acusar uma pessoa de “conduta desenfreada” só porque ela não aceita os conselhos bíblicos; tampouco é uma questão de decidir quantas vezes alguém pode cometer um determinado pecado antes de ser preciso tomar uma ação judicativa. Com cuidado e com oração, os anciãos devem pesar cada situação e averiguar o que aconteceu, a freqüência do ocorrido, a natureza e a extensão da conduta errada, e as intenções e motivações do errante.

A crassa impureza não se limita a pecados sexuais. Por exemplo, um rapaz batizado fuma alguns cigarros num curto período e confessa isso aos pais. Ele está decidido a não fumar mais. Isso é impureza, mas não chegou ao ponto de crassa impureza ou ‘impureza com ganância’. Os conselhos bíblicos de um ou dois anciãos, além do apoio dos pais do rapaz, devem bastar. Mas se ele fuma com freqüência, isso seria caracterizado como deliberada “imundície da carne”, e seria formada uma comissão judicativa para tratar desse caso de crassa impureza. (2 Coríntios 7:1) Se o jovem não manifestar arrependimento, será desassociado.

Alguns cristãos têm-se envolvido em ver pornografia. Isso é ofensivo para Deus, e os anciãos talvez fiquem chocados ao saber que um companheiro cristão fez isso. Mas nem todos os casos de ver pornografia exigem uma audiência perante uma comissão judicativa. Por exemplo, suponha que um irmão em várias ocasiões tenha visto um tipo de pornografia não muito explícita. Ele se sente envergonhado, confessa o erro a um ancião e está decidido a não repetir esse pecado. O ancião talvez conclua que a conduta desse irmão não chegou ao ponto de ‘impureza com ganância’; ele tampouco demonstrou uma atitude descarada, indicando conduta desenfreada. Ainda que não fosse necessária uma ação judicativa, esse tipo de impureza exigiria fortes conselhos bíblicos e acompanhamento do caso por parte dos anciãos.

Mas suponha que um cristão tenha visto secretamente, por vários anos, pornografia repugnante, sexualmente degradante, e tenha feito todo o possível para ocultar esse pecado. Tal pornografia talvez incluísse cenas de uma vítima ser violentada por várias pessoas, sexo com uma pessoa amarrada, tortura sádica, tratamento brutal de mulheres ou até mesmo pornografia infantil. Quando outros descobrem sua conduta, ele fica muito envergonhado. Sua atitude não é descarada, mas os anciãos talvez determinem que ele ‘se entregou’ a esse hábito imundo e praticou ‘impureza com ganância’, isto é, crassa impureza. Seria formada uma comissão judicativa por estar envolvida a crassa impureza. O errante seria desassociado caso não demonstrasse arrependimento sincero e determinação de nunca mais ver pornografia. Se ele chegou a convidar outros à sua casa para ver pornografia — na verdade promovendo-a —, ele daria evidência de atitude descarada, caracterizando-se conduta desenfreada.

A expressão bíblica “conduta desenfreada” sempre envolve um pecado grave, em geral de cunho sexual. Ao tentarem identificá-la, os anciãos devem verificar se está envolvida atitude descarada, libertinagem, imundície, falta de vergonha e o que choca a decência pública. Por outro lado, transgressões graves da lei de Jeová cometidas por alguém que não manifeste uma atitude descarada talvez envolvam “ganância”. Esses casos devem ser tratados com base na crassa impureza que envolvem.

Determinar se uma pessoa chegou ao ponto de ser culpada de crassa impureza ou de conduta desenfreada é uma responsabilidade séria, pois vidas estão em jogo. Os que julgam tais casos devem fazer isso com oração, pedindo a Jeová que lhes dê seu espírito santo, discernimento e entendimento. Os anciãos precisam manter a pureza da congregação e têm de basear seus julgamentos na Palavra de Deus e nas orientações do “escravo fiel e discreto”. (Mateus 18:18; 24:45) E nestes dias de perversidade, mais do que nunca, é preciso que os anciãos tenham em mente as palavras: “Vede o que estais fazendo, porque não é para o homem que julgais, mas é para Jeová.” — 2 Crônicas 19:6.







Mas quanto a esse assunto agente pode conversar um pouco mais depois... O que você acha? Wink

(Humor acima de tudo) Inoccent
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nycnyc
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 3:52 pm    Assunto: Responder com citação

Mas eu to perguntando sobre sexo oral NO CASAMENTO!!!!

Entendeu??? hehehe
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Joker
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 4:08 pm    Assunto: Responder com citação

W73 1/11

● Há algum tempo atrás, publicou-se a notícia a respeito duma decisão judicial, determinando que a copulação oral por parte de adultos não era mais punível por lei em certo estado dos Estados Unidos. Portanto, seria tal prática uma questão exclusiva da consciência individual no caso de um casal cristão, dentro do arranjo marital?

Não é o objetivo desta revista considerar todos os aspectos íntimos das relações maritais. Não obstante, práticas tais como as envolvidas neste caso em julgamento tornaram-se muito comuns e receberam muita publicidade. Até mesmo crianças menores, em certas escolas, estão sendo informadas a respeito destas coisas nos cursos de educação sexual. Portanto, seriamos remissos na nossa responsabilidade se nos refreássemos de dar o conselho bíblico que poderia ajudar cristãos sinceros no seu empenho de seguir um proceder de pureza que resulta na bênção do Criador. Práticas sexuais incomuns já existiam nos dias do apóstolo Paulo e ele não permaneceu calado a respeito delas, conforme se pode ver na leitura de Romanos 1:18-27. Por isso, estamos apenas seguindo seu bom exemplo ao considerar aqui esta questão.

Na consideração de práticas sexuais, o apóstolo nos fornece um princípio que nos ajuda a chegar à conclusão certa. Ele fala do “uso natural da fêmea”, que alguns estavam abandonando a favor do que é “contrário à natureza”, satisfazendo assim “ignominiosos apetites sexuais” e “praticando o que é obsceno”. O apóstolo trata especificamente das práticas homossexuais, condenando-as. Mas o princípio declarado — que a satisfação dos desejos sexuais pode ser “natural” ou ‘contrária à natureza’ — aplica-se do mesmo modo à questão em consideração. — Veja também Levítico 18:22, 23.

O modo natural de um casal ter relações sexuais é bastante evidente da própria constituição dos seus respectivos órgãos por parte do Criador, e não deve ser necessário descrever como estes órgãos se complementam mutuamente nas relações sexuais normais. Cremos que, fora dos que foram doutrinados pelo conceito de que ‘no matrimônio tudo vale’, a grande maioria das pessoas rejeita normalmente como repugnante a prática da copulação oral, bem como a copulação anal. Se estas formas de relações não são ‘contrárias à natureza’, então o que é? Que os que praticam tais atos o fazem por consentimento mútuo como casados não torna tais atos naturais, nem faz com que não sejam ‘obscenos’. É este nosso modo de pensar ‘tacanho’ ou ‘extremo’?

Não, conforme se vê no fato de que diversos estados dos Estados Unidos já por muito tempo têm leis exatamente contra tais práticas, classificando-as como formas de “sodomia” — mesmo que os que se entregam a elas sejam casados. Por causa deste uso legal do termo “sodomia”, o Third New International Dictionary de Webster inclui na sua definição o seguinte: “copulação carnal com um membro do mesmo sexo, ou com um animal, ou copulação carnal desnatural com um membro do sexo oposto; especif.: a penetração do órgão masculino na boca ou no ânus de outra pessoa”. Naturalmente, os dicionários e as leis estatais diferem; mas a nossa atitude baseia-se principalmente na Palavra de Deus, a Bíblia. Contudo, tal evidência mundana serve certo fim, correspondendo em princípio com o que o apóstolo disse em 1 Coríntios 5:1. Ele mostrou ali que as relações sexuais de certo membro da congregação coríntia eram da espécie condenada até mesmo pelas nações pagãs. Portanto, a aplicação do termo “sodomia” nos tempos modernos às formas mencionadas de copulação mostra que não somos desarrazoados ao dizer que não só são ‘desnaturais’, mas o são flagrantemente.

Entretanto, visto que o casamento é de origem divina, nossa atitude conscienciosa para com as relações maritais não se funda em conceitos mundanos, nem é governada por eles. Portanto, a anulação de alguma lei estadual e declarar-se ‘legal’ a copulação oral (ou outra copulação desnatural similar) não altera a nossa atitude baseada na Bíblia. Num mundo de moral decadente podemos esperar que alguns tribunais sucumbam em diversos graus à crescente tendência para com a perversão sexual, assim como fizeram alguns clérigos e médicos.

Não temos por objetivo tentar demarcar os limites precisos onde termina o que é “natural” e começa o que é “desnatural”. Mas, achamos que, por meditar nos princípios bíblicos, o cristão deve pelo menos poder discernir o que é flagrantemente desnatural. Em outros pontos, a consciência do cristão Individual terá de prover a orientação, e estes incluem as questões a respeito das caricias e do ‘jogo de amor’ antes das relações. (Veja Provérbios 5:18, 19.) Mas, mesmo neste ponto, o cristão que quiser produzir os frutos do espírito santo de Deus evitará sabiamente as práticas que se aproximam das formas desnaturais de copulação ou podem levar facilmente a se cair na prática delas.

O que se dá no caso de casais, na congregação, que no passado ou mesmo recentemente se entregaram a práticas tais como as que acabamos de descrever, só agora se dando conta da gravidade do erro? Podem, então, buscar o perdão de Deus em oração e provar seu arrependimento sincero por desistirem de tais atos flagrantemente desnaturais.

Certamente, não é da responsabilidade dos anciãos ou de outros na congregação cristã esquadrinhar a vida particular dos casados. Não obstante, no futuro, se casos de flagrante conduta desnatural, tais como a prática da copulação oral ou anal, forem trazidos à sua atenção, os anciãos devem agir para tentar corrigir a situação, antes de resultar dano adicional, do mesmo modo como fazem com qualquer outro erro sério. Preocupam-se, naturalmente, em tentar ajudar os que se desencaminham e que são ‘apanhados pelo laço do Diabo’. (2 Tim. 2:26) Mas, se as pessoas mostrarem deliberadamente desrespeito para com os arranjos maritais de Jeová Deus, então se tornará necessário removê-las da congregação como “fermento” perigoso, que poderia contaminar outros. — 1 Cor. 5:6, 11-13.

O que se dá no caso de mulheres cristãs, casadas com incrédulos, cujo cônjuge insiste em que participem de tais atos flagrantemente desnaturais? Fornece a declaração do apóstolo, de que “a esposa não exerce autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o seu marido”, alguma base para ela se sujeitar a tais demandas? (1 Cor. 7:4) Não, porque tal autoridade marital é apenas relativa. A autoridade de Deus sempre permanece suprema. (1 Cor. 11:3; Atos 5:29) Além disso, o apóstolo falava de relações sexuais normais, conforme indicam os versículos circundantes. É verdade que a recusa de participar em atos ímpios pode causar dificuldades ou até mesmo perseguição à esposa, mas a situação é a mesma como se o marido exigisse que ela se entregasse a alguma forma de idolatria, ao mau uso do sangue, à desonestidade ou a outras coisas erradas assim.

Milhões de casais, em toda a terra, tanto no passado como no presente, verificaram que o amor altruísta pode dar alegria e plena satisfação a ambos os cônjuges, nas relações maritais, sem se recorrer a perversões. Por nos darmos conta de que o mundo corruto será em breve eliminado, podemos pensar nas palavras do apóstolo Pedro, que escreveu: “Visto que todas estas coisas hão de ser assim dissolvidas, que sorte de pessoas deveis ser em atos santos de conduta e em ações de devoção piedosa, aguardando e tendo bem em mente a presença do dia de Jeová.” Sim, este não é o tempo para se cair em práticas ímpias, ou se deixar engodar ou pressionar por outros, só para satisfazer a paixão egoísta. Não se realmente prezemos nossa esperança de viver numa nova ordem pura e limpa, agora já tão próxima. (2 Ped. 3:11, 12; Jud. 7) Portanto, os casais cristãos podem manter “o leito conjugal imaculado”, não só por se refrearem da fornicação e do adultério, mas também por evitarem práticas aviltantes e desnaturais. — Heb. 13:4.
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nycnyc
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 4:14 pm    Assunto: Responder com citação

Caramba!!!!!!!!!!!
Tô passada!!!!!
Sem palavras..... hahahaha

e o pior é:
Citação:

Fornece a declaração do apóstolo, de que “a esposa não exerce autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o seu marido”, alguma base para ela se sujeitar a tais demandas?



Nao to nem acreditando q eles fizeram uma publicacao assim... mas essa é de 1973...tem algo mais atual sobre isso???
Obrigada, Joker!
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 4:16 pm    Assunto: Responder com citação

Joker,

A revista que você cita acima está desatualizada.


Nycnyc,

Não tenho em mãos uma publicação para citar, mas as últimas informações publicadas a que tive acesso (não incluo aqui os dois livros que estão sendo lançados agora) diziam que esses assuntos são entre o casal e Jeová. Contudo, caso um varão pratique sexo oral ou anal em seu casamento, isso poderá ser levado em conta, caso ele esteja para ser indicado a algum privilégio de serviço.

Ou seja, numa linguagem não tjteana:

Se alguém fizer sexo oral dentro do casamento não poderá ser desassociado por isso. Mas ele não pode ser indicado para ancião, servo, nem ela pode ser pioneira. É isso.
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 4:16 pm    Assunto: Responder com citação

Seguir os ensinamentos dos velhinho que não fazem NUNHUM tipo de sexo é muito pra minha cabeça? sexo oral, anal e o "tradicional" (rs) cabe somente as pessoas que estão envolvidas na relação.
Se estiverem de comum acordo que mal ha nisso?
Afinal o mal não é o que entra pela boca mas o que sai...rsrsrs
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nycnyc
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 4:18 pm    Assunto: Responder com citação

Hahahahahahahaha


Como deve ter de gente "calada" por ai hein!!!!!!!!!!!!!!!!
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Joker
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 4:19 pm    Assunto: Responder com citação

É o que comecei respondendo, os novos livros devem ter informações das NOVAS LUZES

só vi o prefácio deles então não sei se entram em detalhes
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shurelambers
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 5:48 pm    Assunto: Responder com citação

O problema não é fazer sexo oral... o problema é a irmãzinha chegar pros anciãos e dizer:

- Irmãos, minha consciência está pesada... paguei o maior boquetão pro meu marido ontem...

KKKKKKKK

E desce o pano..
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nycnyc
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Registrado: 17/07/08
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 5:51 pm    Assunto: Responder com citação

Huahauhauaahauahauahaua

Cara, isso simplesmente se dá pq os anciaos sao HOMENS tb...e tem desejos, tem tesao! Eles nao sao seres desprovidos disso...e mais uma vez digo q eles nao sao pessoas superiores capazes de comandarem nossas proprias vidas! Eles sao iguais a nós!
Fala mt serio! Nao tem q falar da propria intimidade para eles!
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elylegal
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 7:38 pm    Assunto: Responder com citação

A primeira citação parece tirada do livro proibido dos anciãos e daí dá p entender pq fazem tantas perguntas: como foi? o q pôs? o q tirou? a mão subiu ou desceu?

Sabendo com todos os detalhes dá p desassociar a pessoa e ter bastante assunto p fofocar no serviço de campo.

Agora, eu saio da minha casa p ficar dando detalhes do q acontece entre 4 paredes com o maridão? É o q falta. Vou ter q contentar com inferno mesmo. capeta
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A grande verdade é que eu vivia grande uma mentira.
Cansei de mentir.
Ely Rocha
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Aribagachi
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MensagemEnviada: Sex Ago 01, 2008 8:11 pm    Assunto: Responder com citação

Não creio que seja pecado/proibido, uma vez que a bíblia é clara ao dizer que "não é o que entra pela boca que contamina o homem" (Mat 15:11).

Wink
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Não há nada melhor do que a liberdade.
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