Pessoal.......o mais intrigante é que ninguem lá de dentro percebe isso!!!!Tenho sogra e cunhadas pioneira, se matam de trabalhar nas construções e não se perguntam sobre nada!!
Como pode uma sociedade que sempre enfatiza sem fins lucrativos fazer uma pasmacera dessas e as pessoas não se questionarem!!!!!!!!!!
Quanto ao comentário do Donguinha, não sei pq o susto!!!!È tão comum essas coisas acontecerem..........sómente a elite é convidada!!!!!!Os piões tarbalham e outros levam a fama!Normal....................revoltante mas normal! O_o
E eu acho que lá é o único lugar onde o próprio membro sendo pedreiro se doa de graça.
porque um colega meu da igreja Batista, disse que lá na sua igreja, qualquer trabalho de manutenção é pago pelo serviço. Ou seja, se é pedreiro e fez serviço de pedreiro, ganha como pedreiro!
Logicamente na torre, 'tudo pelo reino', 'tudo por Jeová' , 'Ele te pagará cem vezes mais no paraiso'. Coitados dos que se levam por isso!! _________________ "A verdade pura e simples raramente é pura e jamais simples" - Oscar Fingal O'Flahert Wills Wilde
Eu gostaria de parabenizar o Donguinha pelo relato que vem enriquecer muito esse debate. Vou fazer parecido. Parecido, Donguinha, porque a minha participação nas construções não chega nem perto do que você fez. Mas o reconhecimento pelas gotas de suor que derramei, pelos calos nas mãos, pelas dores musculares, pelo choro de madrugada com febre por excesso de esforço físico... reconhecimento nenhum!
Lembro-me de ter participado ativamente de duas construções. A primeira foi a construção de Jaguaquara. Lá, fiquei dez dias alternados. Não sou de trabalho braçal, nunca tive que fazer isso secularmente, mas nunca recusei tarefa alguma. Me estrompava todo para dar o melhor de mim a Jeová.
Na outra, a congregação central de Jequié, trabalhei ainda mais. Acho que fiquei por lá uns vinte dias. Trabalhei na limpeza do terreno, antes da equipe chegar. Depois na construção dos alicerces. Carreguei muita areia, cimento, massa... quilômetros de carrinho de mão.
No fim da construção, a congregação deveria limpar o terreno ao lado, que foi emprestado pelo visinho para o almoxarifado. Os figurões estavam cuidando do bolo, lavando o salão bonitinho, montando as cadeirinhas, batendo papo no vardim, molhando a grama, escolhendo a vaga no estacionamento, etc.
Eu e mais uns três de minha congregação, junto com um primo meu que é da congregação central, ficamos responsáveis pela limpeza do terreno. Quem conhece Jequié sabe que aquilo é uma cidades sobre picarras, rochas que não tem tamanho. Vai carpir um terreno assim, na extensão de um campo de futebol...
Isso era o dia da inauguração. Eu mal pude ir para a reunião de comemoração de tão cansado. Mas lá, nenhum sequer me agradeceu por ter passado tanto tempo longe (90 km) do meu filho, da minha mulher, da minha congregação... Quem estava sendo entrevistado, elogiado, aplaudido? Um sujeito que aparecia na hora do café da manhã e voltava na hora do almoço quase todos os dias. Quando ia para a obra mesmo, trabalhava meia hora e passava uma hora batendo papo e dizendo que era coisa da congregação (por que ele ria tanto?). Ah! Vão se danar todos eles...
Ainda bem que não preciso mais do reconhecimento deles para ser feliz. E acho, Donguinha, que você tem que pensar da mesma forma. Como você disse: põe na conta de Jeová. Se nós ficarmos remoendo que trabalhamos tanto por uma organização humana que não nos valorizou, vamos enlouquecer.
Pra mim, chega de escravidão. _________________ Nada pode perturbar mais do que "olhar para fora e aguardar de fora respostas a perguntas a que talvez somente seu sentimento mais íntimo possa responder na hora mais silenciosa."
É onça, as histórias são sempre as mesmas...
aki em Resende tivemos 3 construções rápidas, e meu ex marido participava arduamente em todas elas....Ele fazia parte da euqipe do forro, mas antes carregava inumeros carrinhos, e serviu muitas vezes como vigia...Pergunta se ele foi entrevistado em alguma?(Detalhe: como estava desempregado ele serviu os 30 dias, levantando-se cedinho e saindo sempre ao final)
Os entrevistados eram filhos de anciãos ou pessoas mais influentes.
Registrado: 12/02/08 Mensagens: 375 Localização: São Paulo
Enviada: Qua Jun 04, 2008 8:17 am Assunto:
As histórias se repetem...pessoas dando o seu máximo, se dedicando totalmente, suando pelo esforço físico, chegando em casa cansado, ter que trabalhar no dia seguinte e no fim de semana trabalhar na construção do salão do reino...e aí vem outro e "leva a fama", é convidado para a dedicação. Realmente é deprimente ler esses relatos, mas não estranho a atitude desses ditos "irmãos" que só aparecem depois para a festa, afinal não estamos cansados de saber como agem aqueles que estão na dianteira? não me surpreendo mesmo e o melhor a fazer é por na conta de Jeová mesmo.
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