Registrado: 16/01/08 Mensagens: 1006 Localização: Salvador - Bahia
Enviada: Qua Fev 27, 2008 2:05 pm Assunto:
Francisco escreveu:
Estas divergências das leis tem mais cara de ter sido influências e tendências que Constantino e outros tentaram impor ao povo na época do Concílio de Nicéia.
Francisco, acho que não ficaram somente no "tentar"; vc já observou as campanhas da fraternidade e seus temas? não tem nada a ver com a realidade da Igreja; os bispos, cardeais, o próprio papa nadando em luxo e ostentação e aí os caras chegam na Igreja e falam de: fome, déficit de moradias, de excluídos; e ninguém diz: vendam seus bens e nos deem o que precisamos... quando mostram um pastor flagrado num ato ilícito e filmado com câmera escondida os fiéis dizem que é coisa do diabo; ou seja, acho que o povo já chegou num estágio que não tem mais a capacidade de pensar, e aí, fica fácil manipular, por isso tanta denominação religiosa.
Para quem tiver curiosidade, olha que pérolas os nomes das igrejas no sitio abaixo:
Registrado: 15/12/07 Mensagens: 112 Localização: São Paulo
Enviada: Qua Fev 27, 2008 6:21 pm Assunto:
Com respeito a Igreja Batista Caminho das Arvores, tenho a dizer o seguinte: É uma igreja de diretriz batista, e que ficava num bairro ou localidade de Salvador chamado Caminho das Arvores, junto aos bairros da Pituba e Itaigara (por isso que não sei se é um bairro).
Esta igreja é interessante, pois o pastor dela se denominava Bispo, coisa estranha na igreja Batista tradicional. Este Bispo informava que podia ser até Juiz de Direito, mas que Deus o mandara abandonar tudo para se dedicar ao ministério. Em 2006 apareceu como candidado a governador falando que Deus havia indicado que ele precisava governar o estado. Seu lema era "O Governo do Justo" e explicava que todo o salvo em Cristo era um homem justo, pois havia sido justificado. Ficou em 4º. ou 5º. lugar na eleição. Nem os mais crentes votaram nele.
Estas divergências das leis tem mais cara de ter sido influências e tendências que Constantino e outros tentaram impor ao povo na época do Concílio de Nicéia.
Francisco, acho que não ficaram somente no "tentar"; vc já observou as campanhas da fraternidade e seus temas? não tem nada a ver com a realidade da Igreja; os bispos, cardeais, o próprio papa nadando em luxo e ostentação e aí os caras chegam na Igreja e falam de: fome, déficit de moradias, de excluídos; e ninguém diz: vendam seus bens e nos deem o que precisamos... quando mostram um pastor flagrado num ato ilícito e filmado com câmera escondida os fiéis dizem que é coisa do diabo; ou seja, acho que o povo já chegou num estágio que não tem mais a capacidade de pensar, e aí, fica fácil manipular, por isso tanta denominação religiosa.
Para quem tiver curiosidade, olha que pérolas os nomes das igrejas no sitio abaixo:
Registrado: 08/07/07 Mensagens: 1800 Localização: Vitória da Conquista, Bahia
Enviada: Qui Mar 20, 2008 11:25 am Assunto:
Pensaram que eu havia esquecido de concluir o segundo capítulo do livro do Donini? Claro que não! Alguns contratempos adiaram a postagem, mas finalmente estamos cá novamente.
E veio bem a calhar esta demora. Como estamos na Semana Santa, e na semana da Comemoração da Morte de Cristo pelas TJ's, o último subtítulo, que trata exclusivamente da morte e da ressurreição, veio em boa hora.
Alguns dados interessantes, segundo o historiador Ambrogio Donini: dos doze apóstolos, apenas um é da Judéia. Adivinhem quem? Sim, ele mesmo, Judas Iscariotes! Tentativa de associar judeus e responsabilidade pela morte de Cristo, evidentemente. Além disso, a possibilidade de Judas, e do próprio Barrabás (atentem para a etimologia de seu nome) serem "zelotas". Prestem atenção ainda no "Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?", exclamado em aramaico por Cristo, segundo a tradição. Há incoerência nesse relato também.
Bom, não vou adiantar muita coisa não. Espero que lhes seja útil o texto. _________________ "E comecei, a sós comigo, a fazer barcos de papel com a mentira que me haviam dado." - Bernardo Soares
Editado pela última vez por Jerry em Qui Mar 20, 2008 6:22 pm; num total de 1 vez
Registrado: 08/07/07 Mensagens: 1800 Localização: Vitória da Conquista, Bahia
Enviada: Qui Mar 20, 2008 11:27 am Assunto:
[CONTINUAÇÃO E CONCLUSÃO DO SEGUNDO CAPÍTULO]
MORTE E RESSURREIÇÃO
As sequências respeitantes à condenação e à morte de Jesus são ricas em citações bíblicas, até aos mais pequenos pormenores: até a repartição das vestes, a bebida do vinagre, o mexer das cabeças da gente que passa, a quase fractura das pernas e a ferida nas costas do moribundo, são extraídas de vários passos dos Salmos. Foi tudo “construído” para demonstrar que, na paixão, se concretizaram as profecias messiânicas do Antigo Testamento.
A esta versão junta-se uma outra, aparentemente contrastante: isto é, a responsabilidade do martírio de Jesus não é atribuída aos romanos, recaindo exclusivamente sobre os hebreus. Os Evangelhos denotam a influência do período no qual as comunidades cristãs começavam a diferenciar-se radicalmente das hebraicas e chamam a atenção para a necessidade de intensificar a polémica nas suas relações, sobretudo após a derrota definitiva dos judeus, em 135. No entanto, a acusação contra Jesus era política, antes ainda de ser religiosa: sob a ocupação romana, o comportar-se como “rei dos judeus” constituia um gesto de rebelião, passível de pena capital.
Qualquer que tenha sido a preocupação de fundo dos evangelistas, o pouco acrescentado para dar aos factos uma certa credibilidade “histórica” não apresenta uma coerência mínima.
Em primeiro lugar, a prisão. Segundo os Evangelhos sinópticos, Jesus foi capturado por “uma multidão armada de espadas e cacetes”, enviada pelos grandes sacerdotes, pelos escribas e pelos anciãos, expoentes das autoridades judaicas. Para S. João, além destes, a prisão requer a mobilização de uma “coorte” inteira: um destacamento de 300 soldados romanos, com o seu tribuno (XVIII, 3). Jesus fora aclamado em Jerusalém, pouco tempo antes, por uma multidão imensa; foi necessário o beijo da traição para fazer com que o reconhecessem e o entregassem aos carrascos.
Em segundo lugar, a figura do traidor: um dos “doze” possuído por Satanás (S. Lucas, XXII, 3), Judas, dito o Iscariotes. O que se entenderia verdadeiramente por este nome, que se presta às interpretações mais estranhas? Uma variante, que se encontra nos códigos D e N, ambos bastante importantes, decompõe o nome em “Isch-Kariot”, o homem de Kariot. Mas tal localidade não existe. Do ponto de vista filológico, é possível que se trate da transcrição semítica do latim “sicarius”, nome dado aos zeloti. Será talvez o eco da desilusão de um dos discípulos, devido à insurreição falhada? Ou estaremos em face de um administrador corrupto, como se afirmou, que conseguiu chegar à caixa comum do grupo e foi sensível à atração dos “trinta dinheiros”?
É impossível entrar na mente dos redactores dos Evangelhos. O que é certo é que o apóstolo traidor é o único que vem da Judeia: todos os outros são galileus. Sobre o seu nome, concentrou-se um áspero ressentimento contra os judeus, quando as duas correntes se separaram, e pretendeu-se atirar sobre os hebreus todas as culpas em relação à morte do Messias. Para alguns teólogos, Judas tornou-se um simples instrumento da vontade divina, para que se pudesse realizar o mistério da redenção.
Em terceiro lugar, o processo. É certo, como nos diz o Talmude, que o Sinédrio perdera o direito de pronunciar sentenças de morte, quarenta anos antes da destruição do Templo, isto é, por volta de 30 d.C.; mas a tendência para libertar os romanos de todas as responsabilidades nunca foi aceite por todas as comunidades cristãs primitivas. O Apocalipse, que conclui a reunião dos escritos neotestamentários, tem uma opinião diferente: a culpa de tudo é atribuída, sem reservas, à “besta”, que simboliza o império romano.
As poucas figuras “históricas” que encontramos, no decurso do processo, entraram em cena pela mão de quem não tinha senão uma vaga ideia da situação real: o sumo sacerdote Anna e o seu sogro Caifás, que tem o mesmo nome de Cefa, o apóstolo Pedro; Herodes Antipas, que desce do seu território até Jerusalém para ver o Messias; finalmente, Pôncio Pilatos, que “lava as mãos” de tudo e que, para não deixar condenar um inocente, propõe a substituição de Barrabás por Jesus. Mas este nome, que significa em aramaico “filho do pai”, é na realidade o duplicado de um título messiânico. É apresentado como um bandido anti-romano “preso durante a sedição” (S. Marcos, XV, 7). Qual sedição? Seria também ele um “zelota”?
De qualquer modo, Pilatos coloca Barrabás ao mesmo nível de Jesus. Sabemos até que uma variante do texto de S. Mateus, XXVII, 17, o trata por “Jesus Barrabás”. Na evocação de todo o episódio, cruzam-se várias tradições.
Em quarto lugar, a crucificação, que reproduz mais ou menos o esquema do suplício de um rebelde. Nada permite, contudo, estabelecer que, segundo os Evangelhos, Jesus tenha sido pregado na cruz. Este pormenor é apenas precisado por um documento apócrifo, o Apocalipse de Pedro, no que diz respeito às mãos; no século segundo, o apologista Justino acrescentou-lhe a referência aos pés. Segundo os Actos dos Apóstolos, Jesus morreu “pendurado” no lenho (V, 30), e a Epístola de S. Paulo aos Gálatas pressupõe o mesmo procedimento (III, 13). Esta era também uma forma corrente de crucificação.
A verdade é que, face à transformação de Jesus num salvador “divino”, os pormenores humanos respeitantes à sua morte não tinham já o mesmo interesse para os fiéis.
Dois evangelistas observam que a invocação desesperada de Jesus, na cruz, referida em aramaico Elì, Elì, lema sabactanì, “meu Deus, meu Deus, por que me sacrificaste” (S. Mateus, XXVII, 46; S. Marcos, XV, 34) –, fez pensar aos presentes que estivesse a chamar o profeta “Elias”. Mas uma tal assonância de nomes é impensável no ambiente da língua semítica; era, porém, muito possível fora da Palestina, nas comunidades da emigração.
Por fim, a ressurreição. Os pormenores não são descritos nos Evangelhos; alguns textos apócrifos é que contêm certas referências, começando pelo Evangelho de Pedro. Os manuscritos mais antigos de S. Marcos ignoram-na. Em alguns círculos cristãos, pensava-se mesmo que Jesus tivesse escapado à morte. Nos chamados Actos de S. João, Jesus apresenta-se ao discípulo preferido, que, aterrado e choroso, se refugiara numa gruta do Monte das Oliveiras, e diz-lhe: “Para a gente de Jerusalém, eu fui crucificado; mas, como vês, eis-me aqui a falar contigo.” Esta tese da morte aparente de Cristo foi depois longamente desenvolvida, no campo teológico, por toda uma corrente dissidente, que se chamou “dos docetas”, de uma palavra grega que significa “parecer”, ter a aparência de, esconder a realidade.
Até o modo como Jesus teria subido ao céu não é descrito nos Evangelhos. No século II, a Epístola de Barnabé e o Evangelho de Pedro fixam a ascensão no próprio dia da morte, em vez de quarenta dias depois.
Na literatura atribuída a S. Paulo, a fé na ressurreição é considerada uma necessidade, para que os iniciados possam ver garantido o próprio renascimento pessoal: “Se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vã e vã é a vossa fé” (Aos Coríntios, XV, 12-19). Em termos não muito diferentes, o sacerdote de Mitra tranquilizava o iniciado, dando-lhe a unção sagrada: “Tem confiança, o teu Deus ressuscitou, os seus sofrimentos garantem a tua redenção.”
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Os doze apóstolos
Os apóstolos, ou “enviados especiais” de Jesus, são doze, tantos quantas as tribos de Israel. Os nomes dos primeiros onze coincidem em todos os textos; no duodécimo existem duas versões diferentes.
Eis o elenco completo:
Simão, chamado em aramaico Cefas (“rocha”), e, através do grego e do latim, Pedro.
André, seu irmão.
Tiago e João, filhos de Zebedeu.
Filipe.
Bartolomeu.
Tomé, chamado depois Dídimo, em grego “gémeo”, mas não se sabe bem de quem, se de Judas ou de Jesus.
Mateus, chamado também, por S. Marcos e S. Lucas, Levi o inspector (“o publicano”), filho de Alfeu, segundo S. Marcos.
Tiago, filho de Alfeu, talvez irmão do precedente.
Simão, o Cananeu (o “zelota”).
Judas Iscariotes, substituído depois do suicídio por Matias (Actos dos Apóstolos, I, 26).
Tadeu em S. Mateus e S. Marcos (Lebeu, em alguns manuscritos), ou Judas, filho de Tiago, em S. Lucas e nos Actos. O Evangelho de S. João não enumera os “doze”, reconhecendo, porém, dois Judas e precisando que o segundo não deve ser confundido “com o Iscariotes” (XIV, 22).
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Isto era o que tinha importância, para as massas que achavam cada vez mais intolerável o seu estado de vida miserável, a injustiça, a opressão. Com a projecção das suas esperanças num mundo irreal, até a figura de Jesus, se é que alguma vez teve qualquer consistência “histórica”, perde todos os contornos precisos. Ele é doravante o redentor, que assegurará a redenção dos crentes, e já não apenas dos filhos de Israel, de todos, sem distinção de origem, “judeus e gregos”, como dirá o apóstolo Paulo.
Apóstolo, no sentido técnico da palavra, não o era Paulo; existiam, contudo, apóstolos em todas as igrejas cristãs primitivas. A concepção dos “doze”, como garantia da continuidade hierárquica nas comunidades do mundo mediterrânico, nasce precisamente então, nas vicissitudes, nem sempre fáceis, que acompanharam a separação progressiva da doutrina messiânica do mundo judaico, até se transformar numa mensagem potencialmente universal.
[FIM DO SEGUNDO CAPÍTULO] _________________ "E comecei, a sós comigo, a fazer barcos de papel com a mentira que me haviam dado." - Bernardo Soares
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Enviada: Qui Mar 20, 2008 12:35 pm Assunto:
Valeu, Jerry; sei que foi um trabalhão, ainda mais que foi na base do "catar milho"; é realmente uma prova de altruísmo.
O Fórum tem um nível alto por causa de pessoas como vc, Francisco, Regis, Pascoal, Erreve, William, Johannes, Percy, Rossana, Drika, Thiago, Kooboo, André, (não vou poder citar todos os nomes porque passaria a tarde digitando, os que não citei, me perdoem) enfim, todos os que pesquisam e compartilham suas pesquisas conosco.
P.S.: Jeza está fazendo falta. _________________ "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
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Enviada: Sex Mar 21, 2008 10:45 am Assunto:
Chamusca, felizmente eu fiz datilografia em eras passadas, e a digitação não foi problema. E eu também queria ter tido um pai como você. Filósofo, já pensou?
Reginaldo, se uma pessoa apenas tivesse lido isso tudo, e estivesse disposta a usar o texto do Donini em seus argumentos (como é o seu caso), tudo já teria valido a pena.
Por enquanto é só. No dia que eu acordar "de ovo virado" eu coloco algo sobre a organização das comunidades cristãs pelos apóstolos, especialmente por Paulo. Mas o objetivo principal foi historicizar todo o mito que se construiu sobre o homem Jesus. _________________ "E comecei, a sós comigo, a fazer barcos de papel com a mentira que me haviam dado." - Bernardo Soares
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Enviada: Sex Mar 21, 2008 5:10 pm Assunto:
O ideal é esse mesmo, Johannes. Mas eu não tenho scanner em casa, e na escola onde dou aula tem de marcar pra usar a tralha eletrônica, já que tem sempre outro colega querendo usar.
Mas vou ver se consigo fazer isso. _________________ "E comecei, a sós comigo, a fazer barcos de papel com a mentira que me haviam dado." - Bernardo Soares
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Enviada: Sáb Mar 22, 2008 1:44 pm Assunto:
Jerry escreveu:
Chamusca, felizmente eu fiz datilografia em eras passadas, e a digitação não foi problema. E eu também queria ter tido um pai como você. Filósofo, já pensou?
Obrigado, Jerry; aceito de coração. Tb fiz datilografia mas não adiantou b... nenhuma, cato milho legal; mas é a vida. Pense na sugestão do Johannes. _________________ "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
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Enviada: Sáb Mar 22, 2008 1:50 pm Assunto:
Chamusca,
Sei que pode parecer meio estranho falar de você como pai, afinal, você tem mais cabelo que eu!!!
E nem somos tão diferentes em idade assim. Você estaria mais para um irmão mais velho. De qualquer maneira, pai, em minha religião, é algo que transcende a questão da idade, e diz respeito sobretudo à experiência de vida. Foi neste sentido que me reportei a você.
Uma forista, em mensagem privada, disse que é possível que em sua cidade tenha o livro, na biblioteca universitária. Ela se disponibilizou para digitalizá-lo, aos poucos. Tomara que dê certo!
Com respeito ao que eu digitei, na verdade foi ânsia de compartilhar logo o conhecimento. Mas, como havia dito anteriormente, meu interesse residia em volta da figura principal do cristianismo, e de sua "historicidade". O que ocorre após sua morte, pelo menos para mim, não me interessava mais.
Mas como sei que é do interesse de muita gente, vamos aguardar a digitalização desta nossa colega de fórum! _________________ "E comecei, a sós comigo, a fazer barcos de papel com a mentira que me haviam dado." - Bernardo Soares
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Enviada: Sáb Mar 22, 2008 2:03 pm Assunto:
Jerry, obrigado, de novo!!! com relação à idade, acho que é relativo, afinal embora tenha 48, sinto-me com 47,5 KKKKKK; pois é; quanto ao livro acho super válida a idéia e acredito que sairão ganhando.
um grande abraço, parceiro.
P.S.: vê se cura tua otite, rsrsrsrsrs. _________________ "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
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Enviada: Seg Out 27, 2008 5:36 pm Assunto:
Como chegou bastante gente nova por aqui, inclusive pessoas que continuam sendo cristãs, resolvi dar uma "upada" neste tópico. _________________ "E comecei, a sós comigo, a fazer barcos de papel com a mentira que me haviam dado." - Bernardo Soares
Gostaria que na medida do possível todos os personagens principais das religiões fossem trazidos a tona no fórum mostrando a historiocidade dos mesmos, provados pela arqueologia, ciências, história, etc....
Jesus já foi citado. Segue a lista que eu gostaria de ver aqui exposta:
Buda
Ôgum
Xango
Zeus
Odin
Et de Varginha
Porque fica parecendo que YHWH D'us e Jesus são meras invenções humanas e os demais fizeram tudo o que conta e ninguém fala nada. Dizer que os judeus e a Palestina eram/são irrelevantes em vários contextos e não falar nada das outras áreas é anti-semitismo. Vou processar! rsrs
Grande abraço.
Regards
Ben
Jerry escreveu:
Como chegou bastante gente nova por aqui, inclusive pessoas que continuam sendo cristãs, resolvi dar uma "upada" neste tópico.
_________________ "Nem tente isto! Estou vários níveis acima de você!" (Ben Kenobi em "A vingança dos Siths")
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