TESTEMUNHAS DE JEOVÁ LIVRES!!!

 
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Saúde e Fé


 
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pascoalnaib
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MensagemEnviada: Sex Jun 01, 2007 10:17 pm    Assunto: Saúde e Fé Responder com citação

Terça-feira, 30 de agosto de 2005 - 18h15
especiais - comportamento
Dilemas da fé

A fé que cura também pode matar. Cumprindo à risca os mandamentos de suas religiões e alheios ao avanço da ciência, fiéis colocam a saúde em risco e deixam de fazer tratamentos que poderiam evitar a morte ou, pelo menos, melhorar a qualidade de vida. Católicos não podem usar camisinha (procedimento fundamental para evitar doenças sexualmente transmissíveis), muçulmanos não podem tomar xarope à base de álcool, testemunhas de Jeová não podem fazer transfusão de sangue, budistas orientais não podem doar órgãos, judeus não podem recorrer a bancos de óvulos ou esperma.

Os seguidores da antroposofia, que não é uma religião, mas uma filosofia de vida, não podem nem tomar vacina, a não ser que seja para evitar doenças graves, como a poliomielite. Foi por seguir os preceitos antroposóficos que uma família de São Paulo viu seus dois filhos contraírem sarampo, em junho. As crianças não foram vacinadas e uma delas pegou a doença em um vôo ao ter contato com um passageiro que chegava das Ilhas Maldivas e trazia o vírus. Ao chegar em casa, passou sarampo ao irmão.

O Ministério da Saúde fez uma barreira epidemiológica no bairro da família para evitar que a doença se espalhasse. Desde o ano 2000, nenhum caso de sarampo autóctone era registrado no País.

A proibição da vacina, explica o presidente da regional São Paulo da Associação Brasileira de Medicina Antroposófica, Vitor Manuela Costa Ferreira da Silva, ocorre para que o organismo possa se desenvolver naturalmente. “Nem todas as vacinas são recomendadas. Se a criança é saudável e tem acesso a hospitais, não faz mal ter uma varicela, por exemplo. A doença ajuda a tornar o corpo mais forte.” Os antibióticos também só são usados em último caso, já que a antroposofia prefere sempre os medicamentos mais naturais.

Os muçulmanos não têm esta preferência pela fitoterapia, mas, seguindo os mandamentos do Alcorão (seu livro sagrado), não tomam xarope nem nenhum outro medicamento que contenha álcool. “A não ser que o remédio seja absolutamente necessário para garantir a vida, seu uso é proibido, porque condenamos o álcool” afirma o vice-presidente da Assembléia Mundial para a Juventude Islâmica, xeque Jihad Hassan. Para eles, no entanto, as polêmicas pesquisas com células-tronco embrionárias (células que podem virar qualquer tipo de órgão ou tecido) são permitidas.

A vida, segundo o islamismo, começa apenas no 120º dia da gestação. “É quando Deus manda o anjo das almas soprar a vida”, conta o xeque. “Até este dia, as pesquisas são permitidas, desde que não haja alterações genealógicas nem comercialização do feto.” A genealogia é sagrada na religião árabe e, por isso, a fertilização artificial só é permitida desde que não seja preciso recorrer a um banco de óvulos ou de esperma. “Não se pode perder a ascendência. A linhagem é muito importante para nós.” Se esta fertilização for necessária, os muçulmanos precisam usar uma camisinha especial para recolher o esperma, já que a masturbação é proibida.

Clonagem humana e arrogância

A linhagem também é fundamental para os judeus. Tanto que, quando um casal precisa passar por uma fertilização artificial, geralmente tem o acompanhamento de um rabino, conta Henry Sobel, presidente do Rabinato da Congregação Israelita Paulista. “Há algumas regras que precisam ser seguidas. Para começar qualquer tratamento, por exemplo, deve-se esperar pelo menos dois meses após o casamento.”

No judaísmo, a vida começa quando a criança nasce e não há restrições quanto ao uso de contraceptivos, de vacinas ou de remédios. “Deus e os homens são parceiros na criação do mundo, portanto, não há por que temer os avanços da ciência. Só não podemos deixar de ter consciência. É arrogância, por exemplo, reduzir o mistério da criação humana a um feito de laboratório e tentar fazer clones.”

O corpo de um morto, acreditam os judeus, é sagrado e não pode sofrer mutilação. Apesar disso, a doação de órgãos é possível se tiver como objetivo salvar outra vida. Nestes casos, deve-se seguir apenas dois requisitos: o doador deve ter dado sua permissão em vida e o órgão retirado precisa ser transplantado imediatamente.

Doação de órgãos é um tema polêmico também no budismo. No Oriente, onde as regras para sepultamento são bastante diferentes, os budistas seguem a tradição de manter o corpo intocado por 36 horas - período necessário para que a mente se desprenda. Sendo assim, os órgãos não podem mais ser doados. Como o Ocidente não permite esta espera, e o corpo será tocado de qualquer forma, os budistas daqui resolveram liberar a doação. “Ela é um ato de generosidade e acabará fazendo bem ao morto”, explica Cândida Bastos, gue-gan (uma espécie de instrutora) do Centro Budista Chagdud-Gonpa Odsal Ling.

Os budistas crêem que todo ato de maldade praticado por uma pessoa voltará para ela de forma negativa. Assim, o aborto não só fará mal ao feto, como retornará negativamente para quem o praticou. “Somos contra. Para nós, a vida começa na fecundação.”

CONTINUA.... :arrow: :arrow:
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pascoalnaib
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MensagemEnviada: Sex Jun 01, 2007 10:18 pm    Assunto: Responder com citação

Católicos e tabelinha

Assim como no budismo, os católicos defendem o começo da vida no momento da fecundação e, por esse motivo, são contra o aborto e as pesquisas com células-tronco embrionárias. Mas eles vão além e se mantêm como a única religião contrária ao uso de qualquer contraceptivo, seja ele camisinha ou anticoncepcional.

“Não queremos que ninguém se contamine, mas a relação sexual, para nós, é sagrada”, afirma o secretário-geral do Vicariato da Comunicação da Cúria da Arquidiocese de São Paulo, padre Juarez Pedro de Castro. “Esses métodos contraceptivos acabam banalizando o ato. Se o casal segue a tabelinha, por exemplo, a relação se torna mais desejada.”

Testemunhas de Jeová, que costumam ser considerados mais radicais, não proíbem pílula nem camisinha. “Só somos contra o DIU (dispositivo intra-uterino que impede a gravidez) porque o consideramos abortivo”, afirma o representante das Testemunhas Cristãs de Jeová, Walter Freoa. É ele também que explica a proibição da transfusão de sangue de uma forma bastante simples: “Não aceitamos esse procedimento porque é uma ordem bíblica. Está escrito lá”.

O mandamento sobre a abstenção do sangue encontra-se no livro dos Atos, capítulo 15, versículos 28 e 29: “Pois, pareceu bem ao espírito santo e a nós mesmos não vos acrescentar nenhum fardo adicional, exceto as seguintes coisas necessárias: de persistirdes em abster-vos de coisas sacrificadas a ídolos, e de sangue, e de coisas estranguladas, e de fornicação. Se vos guardardes cuidadosamente destas coisas, prosperareis. Boa saúde para vós!”

Testemunhas de Jeová: cirurgias sem sangue

Quando precisam passar por uma cirurgia de risco, conta Freoa, os testemunhas de Jeová procuram médicos especializados em operações que não utilizam sangue. “Já há mais de 40 mil clínicas em todas as partes do mundo especializadas nessas cirurgias. Não queremos ver ninguém morrer nem ferir os ensinamentos bíblicos.”

Menos conservadores, os fiéis da Assembléia de Deus têm sinal verde para usar quase todos os procedimentos da nova medicina. Podem tomar remédios e vacinas, fazer transfusão de sangue, doar órgãos, usar contraceptivos (desde que após o casamento, já que a religião prega a virgindade até então) e utilizar a fertilização artificial. Só não podem, em hipótese alguma, abortar nem tomar medicamentos ou vacinas abortivas.

“Desde que o avanço tenha o bem como objetivo e não venha a afrontar as leis divinas, nós somos a favor da ciência”, garante Enoch Tiburtino, coordenador de comunicação da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, ministério Belém.

Os espíritas não só estão do lado da ciência como acreditam que ela não passa da descoberta daquilo que já foi criado por Deus em algum momento. “Por meio de pesquisas, o homem chega à revelação daquilo que já existe e, assim, desenvolve tecnologia para aplicar o conhecimento”, afirma o diretor da área de assistência espiritual da Federação Espírita do Estado de São Paulo, o advogado Wlademir Lisso.

Mais liberais, os espíritas condenam apenas o aborto por acreditarem que esse ato interfere na Lei do Progresso para o Espírito em Evolução. “O aborto causa desequilíbrio porque é produto de um sentimento egoísta e negativo”, explica. “Estimulamos sempre os atos de generosidade.” Apesar de pregar a reencarnação, o espiritismo incentiva a doação de órgãos. “A doação é uma enorme caridade que não gera nenhum desconforto ao espírito. Para nós, o que conta é ajudar ao próximo.”

Fonte:
http://www.estadao.com.br/saude/especiais/materias/2005/ago/30/222.htm
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Pierre
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MensagemEnviada: Sex Jun 22, 2007 3:58 pm    Assunto: Liminar garante transfusão de sangue a Testemunha de Jeová Responder com citação

Aproveitando este espaço para colocar mais uma notícia que saiu neste dia : 22/06/2007.

Justiça garante tratamento médico com direito à transfusão de sangue em paciente que recusa procedimento por ser Testemunha de Jeová. Determinação judicial agora dará respaldo aos médicos do Hospital Escola de Uberaba, autorizando até uso de força policial para fazer cumprir o determinado.
O paciente é de Guarulhos, mas está internado em Uberaba. Trata-se do estudante Alan Liro Cardoso dos Santos, de 19 anos de idade, portador de grave doença. Ele está internado desde o dia 15 para tratamento de uma neoplasia do sistema linfático, já em estado razoavelmente avançado e com perda de movimentação dos membros inferiores.
Ele teria de passar por tratamento poliquimioterápico, com necessidade de início em regime de urgência, sob pena de agravamento do quadro clínico do paciente. Entretanto, o estudante e seus familiares professam a religião Testemunhas de Jeová, não autorizando a transfusão de sangue ou de plaquetas.
Diante de tamanha dificuldade, a médica que cuida do paciente acionou a Promotoria de Defesa da Saúde. A profissional – hematologista e hemoterapeuta do Hospital Escola – relatou o ocorrido e pediu a intervenção do Ministério Público Estadual na pessoa do promotor João Vicente Davina.
A mãe do rapaz – Patrícia Cardoso Santos –, ao ser procurada por um oficial da promotoria, deixou claro que não concorda com a transfusão de sangue, “mesmo que isto custe a vida de seu filho”. No contato, dona Patrícia também recusou convite para ir ao gabinete do promotor Davina, enfatizando que se fosse, iria apenas repetir tudo que já havia dito. Não bastasse, a mãe do paciente disse que a promotoria deveria procurar um representante da seita religiosa de sua família ou que entrasse em contato com o advogado da seita.
Além da família do estudante, também representantes da seita religiosa estariam acompanhando o caso, inclusive ameaçando retirar o paciente do hospital, mesmo diante da gravidade do caso e sem alta médica.
Para garantir o tratamento, o MPE entrou na Justiça com uma ação civil pública e conseguiu liminar favorável.
Na ação, o promotor Davina informa que Alan Santos está internado pelo SUS, portanto, sob os cuidados da saúde pública, o que significa que o paciente não pode ser retirado do hospital sem outro encaminhamento médico e sem receber alta, correndo risco de morte por falta de cuidados necessários.
Tanto o paciente como sua família professam a religião Testemunhas de Jeová, que não autoriza transfusão de sangue, nem de qualquer célula sangüínea, plaquetas ou leucócitos. Eles assumem esta posição por convicção religiosa, o que estaria impedindo o início do tratamento do estudante Alan. Aliás, o próprio paciente chegou a assinar documento que a Promotoria de Justiça acredita ser texto padronizado pelos dirigentes ou seguidores da religião, proibindo expressamente a transfusão de sangue ou de derivados sangüíneos.
Diz o documento: “Sou Testemunha de Jeová e não aceito nenhuma transfusão de sangue total, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, plaquetas ou plasma – em nenhuma circunstância –, mesmo que os profissionais de saúde opinem que isto seja necessário para a manutenção de minha vida.
Recuso-me a fazer doações antecipadas e armazenar meu sangue para posterior infusão.”
Liminar. A autorização judicial que permitiu aos médicos o início do tratamento foi expedida na quarta-feira e ontem chegou ao Hospital Escola. A ordem é do juiz Lènin Ignachitti, que entendeu o perigo de dano irreparável ao paciente.
Foi determinado que o estudante só poderá ser retirado do hospital após receber alta médica hospitalar ou para ser encaminhado a outra unidade de tratamento, com comunicação prévia ao juiz.

Fonte:
http://www.jmonline.com.br/?canais,6,07,371
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J.Pierre - ´´Se um homem tiver realmente muita fé, pode dar-se ao luxo de ser cético``. (Friedrich Nietzsche)
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Telma
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MensagemEnviada: Sex Jun 29, 2007 10:11 pm    Assunto: Responder com citação

Pois é, isso eu fiz questão de deixar bem claro a meus pais, que eu não concordo mais com a recusa de tratamento médido, meu pai me perguntou: quer dizer que se o seu filho precisasse de sangue você doaria? (eu tenho o mesmo tipo q o de meu filho).Eu repondi prontamente: CLARO , sem dúvida! Meu pai ficou chocado, chacoalhou a cabeça em negativa, como se dissesse: essa já era! Bem, pelo menos caso haja necessidade, eu espero que nunca (é claro pois isso significa que ele estaria bem doente), ninguém da minha família pode falar que eu não avisei.
Willian
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MensagemEnviada: Sáb Jun 30, 2007 1:07 am    Assunto: Responder com citação

Enquanto o resto do mundo ficaria chocado se vc dissesse que não doaria sangue a seu filho, as TJ se chocam de vc dizer que doaria. Depois se acham o povo, no mundo inteiro, que tem mais amor pelo próximo.
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zebedeu
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MensagemEnviada: Dom Set 23, 2007 11:36 pm    Assunto: Responder com citação

quando a STV diz para o Ruther Jr não mencionar a forte fé na ressurreição:

a palavra Ressurreição aparece 70 vezes só na TNM.

é uma das principais crenças do cristão.

quem acredita em Jesus Cristo, sabe que ele é a ressurreição e a vida

Citação:

*** w95 15/2 p. 9 Haverá uma ressurreição dos justos ***

Sim, a esperança da ressurreição é uma particularidade vital da nossa fé.



Mas na hora da verdade, na questão de vida ou morte, a STV manda o Ruther não mencionar esta particularidade vital da fé:



Citação:

*** km 9/92 p. 5 Como proteger os filhos duma transfusão de sangue ***

O que farão se o advogado ou o juiz perguntar-lhes por que estão recusando a transfusão que “salvará a vida” do seu filho? Embora sua primeira tendência seja explicar sua crença na ressurreição e expressar sua forte fé de que Deus trará de volta seu filho caso ele venha a morrer, tal resposta em si talvez só sirva para convencer o juiz, cuja suprema preocupação é com o bem-estar físico da criança, de que vocês são religiosos fanáticos e que ele precisa tomar medidas para proteger a criança.



Citação:

*** km 2/91 p. 6 Está preparado para enfrentar uma questão médica que põe a fé à prova? ***

29 É bom que saiba que determinadas perguntas feitas por médicos e outros nem sempre são feitas com boa-fé. A que é mais freqüentemente feita por médicos (e por alguns juízes) é:

· “Prefere morrer (deixar que seu filho morra) a aceitar uma ‘transfusão de sangue que salva a vida’?”

30 Se respondesse que sim, isto estaria correto em sentido religioso. Mas tal resposta não raro é mal interpretada e, às vezes, até mesmo resulta em decisões judiciais adversas. Você deve lembrar-se de que não está no ministério cristão nessa situação. Em vez disso, está conversando acerca de um tratamento médico necessário. Portanto, tem de adaptar-se a sua assistência, quer médica, quer jurídica. — Sal. 39:1; Col. 4:5, 6.

31 Para o médico, para o juiz ou para o Diretor Clínico do hospital, “sim” pode significar que você deseja ser mártir ou que deseja sacrificar seu filho por sua fé. Falar-lhes sobre sua forte fé na ressurreição nesta situação geralmente não é de ajuda. Eles o considerarão um fanático religioso, incapaz de tomar decisões racionais quando a vida está em jogo. No caso de crianças, eles o tomarão por genitor negligente que rejeita o chamado tratamento médico “que salva a vida”.


O apóstolo Paulo estava sob julgamento e ele mesmo mencionou que ‘É por causa da ressurreição dos mortos que hoje estou sendo julgado diante de vós!’ - Atos 24:21
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Johannes
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MensagemEnviada: Seg Set 24, 2007 8:57 am    Assunto: Responder com citação

Putz! Matou a pau Zebedeu! Que hipocrisia nojenta dessa gente!
deise
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MensagemEnviada: Sex Set 28, 2007 2:26 pm    Assunto: Responder com citação

Citação:

quando a STV diz para o Ruther Jr não mencionar a forte fé na ressurreição:

a palavra Ressurreição aparece 70 vezes só na TNM.

é uma das principais crenças do cristão.

quem acredita em Jesus Cristo, sabe que ele é a ressurreição e a vida

Citação:

*** w95 15/2 p. 9 Haverá uma ressurreição dos justos ***

Sim, a esperança da ressurreição é uma particularidade vital da nossa fé.




Mas na hora da verdade, na questão de vida ou morte, a STV manda o Ruther não mencionar esta particularidade vital da fé:



Citação:

*** km 9/92 p. 5 Como proteger os filhos duma transfusão de sangue ***

O que farão se o advogado ou o juiz perguntar-lhes por que estão recusando a transfusão que “salvará a vida” do seu filho? Embora sua primeira tendência seja explicar sua crença na ressurreição e expressar sua forte fé de que Deus trará de volta seu filho caso ele venha a morrer, tal resposta em si talvez só sirva para convencer o juiz, cuja suprema preocupação é com o bem-estar físico da criança, de que vocês são religiosos fanáticos e que ele precisa tomar medidas para proteger a criança.




Citação:

*** km 2/91 p. 6 Está preparado para enfrentar uma questão médica que põe a fé à prova? ***

29 É bom que saiba que determinadas perguntas feitas por médicos e outros nem sempre são feitas com boa-fé. A que é mais freqüentemente feita por médicos (e por alguns juízes) é:

· “Prefere morrer (deixar que seu filho morra) a aceitar uma ‘transfusão de sangue que salva a vida’?”

30 Se respondesse que sim, isto estaria correto em sentido religioso. Mas tal resposta não raro é mal interpretada e, às vezes, até mesmo resulta em decisões judiciais adversas. Você deve lembrar-se de que não está no ministério cristão nessa situação. Em vez disso, está conversando acerca de um tratamento médico necessário. Portanto, tem de adaptar-se a sua assistência, quer médica, quer jurídica. — Sal. 39:1; Col. 4:5, 6.

31 Para o médico, para o juiz ou para o Diretor Clínico do hospital, “sim” pode significar que você deseja ser mártir ou que deseja sacrificar seu filho por sua fé. Falar-lhes sobre sua forte fé na ressurreição nesta situação geralmente não é de ajuda. Eles o considerarão um fanático religioso, incapaz de tomar decisões racionais quando a vida está em jogo. No caso de crianças, eles o tomarão por genitor negligente que rejeita o chamado tratamento médico “que salva a vida”.



O apóstolo Paulo estava sob julgamento e ele mesmo mencionou que ‘É por causa da ressurreição dos mortos que hoje estou sendo julgado diante de vós!’ - Atos 24:21





´Zebedeu ,nesta jesus passou bem longe....
tenho um conhecido no conselho tutelar e vou informa-lo disso tudo. O_o
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1 Minuto de silêncio p/ os velhinhos de Brooklyn.OPs não resisti!!!!
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Francisco
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MensagemEnviada: Sáb Set 29, 2007 8:58 am    Assunto: Responder com citação

"Quanto menos inteligente um homem é, menos misteriosa lhe parece a existência." Arthur Schopenhauer."
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